Pesquisadores propõem novos direitos humanos para proteger nossas mentes do Facebook

Retirado de: <http://m.gizmodo.uol.com.br/direitos-humanos-protecao-facebook/>

“Soa impossível, mas está mais perto do que você possa imaginar”, comentou a líder da divisão de pesquisa e desenvolvimento de hardware do Facebook, Regina Dugan, durante a conferência para desenvolvedores F8. Dugan estava se referindo ao plano da rede social de ler os pensamentos dos usuários. A tempo de colocar algumas considerações práticas nesse cenário, pesquisadores propuseram quatro novos direitos humanos para proteger as nossas mentes das pessoas que talvez tenham más intenções.
Avanços notáveis estão sendo realizados em tecnologias que são capazes de analisar atividade cerebral. Estamos chegando a um ponto em que talvez seja preciso definir claramente as éticas sobre o acesso ao pensamento dos outros. Marcello Ienca, especialista em ética e neurologia na Universidade de Basel, e Roberto Andorno, advogado de direitos humanos da Universidade de Zurique, têm algumas ideias iniciais sobre como devemos iniciar esses novos direitos humanos. Suas propostas foram publicadas nesta semana no periódico Life Sciences, Society and Policy. Assim como as Três Leis da Robótica de Asimov, provavelmente iremos debater o que deve e o que não deve ser permitido nesses novos campos da tecnologia que tornam a leitura e a alteração da atividade cerebral possíveis.

 

Os quatro novos direitos humanos propostos são estes:

 

Liberdade Cognitiva
O direito a liberdade cognitiva iria assegurar que uma pessoa fosse capaz de permitir “a alteração dos estados mentais com a ajuda de ferramentas neurológicas, assim como se recusar a fazê-lo”. Por exemplo, uma pessoa teria a possibilidade de escolher aceitar ou recusar a entrada em experimentos militares de programas de estimulação cerebral que supostamente melhorariam as habilidades no trabalho ou em novos métodos para melhorar e recuperar a memória. Se adotado, esse direito pode proteger cidadãos e trabalhadores de serem forçados a aceitarem tratamentos oferecidos por governos ou empregadores.

 

Privacidade Mental
Essa é praticamente autoexplicativa. Ela tornaria ilegal ler a mente de alguém sem o consentimento. Ainda temos muito trabalho pela frente até que os cientistas consigam ler o que quiserem na mente de uma pessoa, mas é válido definir essas proteções com antecedência. Até mesmo os estágios experimentais de desenvolvimento, participantes do estudo devem ter o direito de definir quais áreas de informações do seu cérebro estão abertas para visualização e como essas informações poderiam ser utilizadas posteriormente. É claro, quando o Facebook finalmente avançar com seu programa, você teria que ler um enorme termo de acordo de serviço para descobrir quais áreas de sua mente pertencem a eles. Ainda assim, é bom ter proteções legais definidas para que os termos de serviço informem o que está e não está fora dos limites.

 

Integridade Mental
O direito a integridade mental protegeria as pessoas de invasões maliciosas ao cérebro. Implantes de chips no cérebro estão quase se tornando mainstream, e empreendedores influentes como Elon Musk estão entrando no mercado. Mas se os chips cerebrais forem tão inseguros quanto os dispositivos conectados à internet das coisas, poderíamos ter bastante dor de cabeça. O céu é, teoricamente, o limite quando se trata de hackeamento malicioso do cérebro, porque dependeria da função que o implante está executando. É possível que um hacker assuma o controle das funções voluntárias de uma pessoa ou até mesmo inutilize completamente o cérebro.

 

Continuidade Psicológica
Proteger a estabilidade psicológica de alguém é similar a assegurar sua integridade mental, mas talvez seja algo mais urgente. Estimulações cerebrais profundas (DBS, na sigla em inglês) já estão sendo testadas no tratamento de doenças mentais como a depressão. Em um estudo que tratou pacientes com o mal de Parkinson, foi descoberta uma melhora dramática em relação à incapacidade motora. Mas os participantes do estudo também relataram um sentimento de que tinham perdido parte de suas personalidades. Mais da metade dos pacientes disse coisas como “eu não me sinto mais como era”, “eu me sinto como um robô” ou “não me encontrei novamente após a cirurgia”, depois do tratamento. O direito à continuidade psicológica protegeria as pessoas de tratamentos ou aperfeiçoamentos que possam prejudicar o senso de identidade.

Parece bem cedo para definir essas regras, já que todas as tecnologias envolvidas estão em um estágio inicial de experimentação. Mas é bom lembrar que não estabelecemos diretrizes básicas para a neutralidade da rede, e isso não parece estar funcionando tão bem. É melhor cedo do que nunca.

[The Guardian]

Imagem do topo: Getty

Coisas que você não sabia que podia fazer na net

Doze coisas “espertonas” que você não sabia que podia fazer na internet.

Quer apostar que não sabia??????

 (Foto: reprodução)

 

Se você sempre quis criar um retrato falado pra ver se essas coisas funcionam, seus problemas acabaram. O Flashface é um software, com versões em iOS e Android, também, que tem todos os elementos do rosto pra você montar um retrato falado de quem quiser. É divertido e, vai saber, pode ser útil (e não vamos nem pensar em coisas ruins: imagine que, na eventualidade de você avistar a pessoa da sua vida no metrô, esse site pode vir a ser a sua única maneira de encontrá-la novamente).

Eu amo o Futureme e uso o serviço desde que eu tinha 17 anos. Com esse site, você pode enviar um e-mail pra você mesmo em qualquer momento no futuro. É como uma cápsula do tempo pessoal, um registro único de um momento seu em que só você pode se reconhecer (ou não se reconhecer) e se auto-conhecer.

Às vezes, os sites chegam ao fim, e isso é triste. Mas não tema, não com o Internet Archive, que guarda em cache milhões e milhões de páginas desde 1996 e tem mais de um terabyte em arquivos, você pode alimentar aquela nostalgia – até tentar achar seu site adolescente que não existe mais (eu achei o meu).

Bots que conversam já fazem parte da nossa vida – vide a Siri. Mas esses bots do Pandorabots são curiosamente inteligentes. Você precisa saber inglês, mas eventualmente vai perceber que se esqueceu que a pessoa do outro lado não existe e é só uma inteligência artificial. É um pouco asustador.

 (Foto: reprodução)

 

 

 

 

 

 

 

 

Porque ninguém normal tem um medidor em casa e a gente nunca sabe quando vai precisar descobrir essas coisas.

Aparentemente, você é um alvo mais apetitoso para assaltantes se estiver sozinho/a no carro. A solução óbvia, portanto, é comprar um boneco inflável que se infla usando o acendedor de cigarro do painel do carro e levá-lo ao seu lado – o nome dele, a propósito, é Wilson. Forever alone nunca mais.

O 23andme é uma das coisas mais legais que apareceram nos últimos anos. Por 100 dólares, o site envia pra sua casa um kit de coleta de DNA. Você envia sua saliva de volta pelo correio e, algumas semanas depois, poderá conferir sua ancestralidade e curiosidades sobre seus genes, incluindo predisposições genéticas a doenças e a imunidades.

 (Foto: divulgação)

 

Todo mundo quer uma impressora 3D, mas você não precisa de uma pra imprimir seus projetos. O Shape Ways imprie o que você tiver modelado e envia pra sua casa.

Com o If This, Then That (conhecido como IFTTT), você pode interligar dois ou mais serviços da web que você usa para ativar funções automáticas. Você define dois eventos: um é o “gatilho” (por exemplo, “postagem de foto em determinada conta no Flickr”) e o outro é a consequência (meu blog atualizar automaticamente com a mesma foto). As possibilidades de automatizar tarefas manuais são praticamente infinitas.

A Moo Cards é uma simpática startup inglesa que imprime cartões, pôsteres e várias outras coisas com uma qualidade muito legal, em papéis bonitos, e envia pra sua casa. O mais legal é que ela oferece uma amostra grátis desse trabalho incrível. Você pode se logar com seu Facebook, fazer 100 cartões de visita inspirados no seu perfil da rede social (com cover foto, sua imagem de perfil, contatos e tudo mais) e ter isso entregue na sua casa de graça, só pagando o valor do frete. Os meus chegaram umas três semanas depois que eu encomendei e são lindos mesmo.

O Lulu (calma, não é aquele Lulu) é um serviço que ajuda escritores independentes a publicarem seus livros em cópias digitais e impressas. Ele permite controle total da quantidade, qualidade e uma série de outras coisas.

Pra poder ver quantas coisas legais você ainda pode fazer pela internet. O site usa, claro, os dados de expectativa de vida pra incluindo variáveis como se você é fumante e seu Índice de Massa Corporal.

Amigos de Facebook

Dou aulas de informática para terceira idade e as vezes ouço algumas pérolas de meus queridos alunos desinformados e não adianta, eu “o professor” explicar, porque não entra na cabeça.

Alguns alunos me falam: “não quero facebook só tem putaria” (e outros adjetivos negativos), eu tento explicar, depende das pessoas com que você se associa, se alguém não está no seu nível desate a amizade, mas mesmo assim não adianta.

Antes, na época do e-mail algo que tinha um peso tão “ofensivo” quando você pedia a algum colega para não te enviar mais aquele tipo de e-mail. Muita gente ficou me odiando por causa disso, por pedidos educados de não querer receber mais algo que considerava inócuo ou de baixa qualidade. Sim, uma verdadeira ofensa maligna digno de se tornar um inimigo eterno, pedir para não receber mais aquela m….. que fulano (a origem) acha tão interessante!

No facebook vemos a mesma porcaria, é “muito ofensivo” desfazer a amizade, mesmo que não conheça o contato pessoalmente.

No facebook há opções para manter a amizade e você não ver os posts de alguém, há também a opção de você fazer com que certo alguém não veja seus posts – menos mal!

E realmente é um direito de todos desatar uma amizade ou isolar posts idiotas. Porque as pessoas se melindram tanto? Porque são são inseguras, carentes e mesquinhas? Escolha as pessoas que vê que têm conteúdo, que postam coisas legais. Ninguém tem que agradar você, é verdade, ninguém é igual a você e tem-se que ser tolerante sim, afinal um gosta de bichinhos, outro de tecnologia, outro de humor e seu gosto não será igual, mas dá para fazer uma média e criar sua peneira e filtrar os contatos.

Algumas ainda se ressentem de você não curtir os posts dela, outras se abrem no face e se lamentam por algo nos posts, mas se você dá uma opinião sincera sobre o fato emocional dela e ela não concorda, também fica chateada com você. Nestes casos, já sou escolado, eu ignoro para evitar conflito, mesmo que eu queira ajudar.

Então vemos que temos pessoas com idades mentais de 3 a 10 anos no facebook que são casados, bons salários, boa cultura, boas posições sociais, mas são frangalhos psíquicos carentes, inseguros precisando de muita terapia ostensiva e autoconhecimento consciencial.

A primeira coisa que tenho que dizer é que tenho meus “podres” por dentro, mas estou desde sempre me trabalhando e nunca me acomodo no processo de autoconhecimento. Não faço agora, mas já fiz muita terapia. Tem gente que terapia não basta, falta vergonha na cara mesmo, falta um discernimento básico de comportamento.

“Podres” todos nós somos em algum nível, mas a negligência cultural e existencial que vejo nas pessoas realmente me dá desânimo.

As vezes os posts que repasso são meras dicas existenciais para quem precisa e para quem não precisa, para que possam compartilhar, passar para frente e ajudar outras pessoas. Mas tem gente que só observa “cartazinhos” rápidos!

Mas estou satisfeito com os poucos “amigos” que tenho no facebook, menos de 400 e minha política – salvo algumas exceções – é não pedir amizade para ninguém, podem me solicitar, que estudo o perfil da pessoa para ver se tem conteúdo útil e inteligente.

Então fica minha dica de Professor de Informática, escritor e estudante dos processos da consciência e de si mesmo.

Abraços na alma,

Dalton

Webmarketing Google e Facebook

Bem, fiz um curso de Adwords muito bom e aprendi bem. Muitas vezes ligo para o suporte 0800 do Google Adwords e eles atendem bem. Estou tão espertinho que até ensino algumas coisas para alguns atendentes – kkk – é verdade! O Adwords é bastante complexo e este tipo de investimento vem depois de um estudo do público alvo para montar as palavras chaves.

Agora estou fazendo um curso de Facebook Marketing e estou aprendendo mais, vamos a algumas dicas interessantes.

Este site compara o desempenho de sua Fanpage com a de seu concorrente: http://pagematch.zubit.com.br/

Aplicativo calcula quanto você vale para Google e Facebook

Todos sabem, ou ao menos deveriam saber, que empresas como Google e Facebook tiram seu “ganha-pão” dos dados que os usuários colocam em suas plataformas (descrevemos melhor isso nesta matéria). O que você não sabe é quanto estas empresas lucram com cada usuário. É aí que entra uma ferramenta chamada PrivacyFix, criada pela AVG, disponível como plugins para navegadores e apps para celular, que permite medir este valor.

A conta é feita com base na quantidade de informações sobre que você permite que estes sites coletem e guardem, e quais delas são abertas ao público, com base em números apresentados pelas companhias em reuniões com acionistas. O grau de interação com a plataforma também aumenta bastante seu valor para a empresa.

O plug-in e o app ajudam o usuário a se proteger, apontando exatamente quais são as brechas de privacidade que ele esqueceu de fechar e se oferecendo para ajudar a corrigi-las.

Para utilizar o programa, basta entrar neste site. Caso queira instalá-lo em seu navegador, basta clicar em Get AVGPrivacyFix for Free; se quiser instalá-lo no celular, acesse o Google Play ou a App Store.