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Aline Carvalhal Da redação

Grandes roubos, ousadas intervenções em webpages oficiais, recentes divulgações de informações sigilosas. Tudo isso aliado a filmes de ficção científica com roteiros incríveis criou um tremendo mito em torno dos inimigos da navegação segura na web: os conhecidos hackers. Cada ação hacker contra uma grande empresa parece distanciá-los das “pessoas comuns” criando a errônea ideia de que eles não podem afetar sua vida diária.

Acredite, eles podem não só afetar como também acabar com ela. O site Cracked.com fez a lista das “8 coisas que você nunca acreditaria que os hackers pudessem fazer” e o TechTudo disponibiliza para você.

8 - Explodir suas partes íntimas (ou quase isso)

explodir suas genitais (Foto: Reprodução)

 

É verdade. Achamos que sabemos do que os hackers são capazes: roubar informações pessoais, travar nosso computador, andar de patins e sair com a Angelina Jolie. Mas os hackers de hoje finalmente passaram do limite e precisam ser destruídos. O motivo? Estão tentando destruir suas partes íntimas. Ou quase isso.

Os novos MacBooks contêm baterias com pequenos chips instalados. É uma adição discreta que a Apple não achou que fosse necessário proteger, o que com certeza atraiu a atenção de hackers por toda parte. É tudo muito técnico, mas simplificando o processo: o software usa uma senha padrão, que é a mesma em qualquer MacBook. Revertendo a mecânica do firmware, hackers podem tornar sua bateria inútil ou injetar um malware no sistema através do chip ( e você nem poderia limpar seu disco ou formatar o sistema para se livrar dele, pois provavelmente não pensaria em procurar o vírus na sua bateria).

Ou, se eles estiverem em um dia ruim, podem apenas superaquecer a bateria do seu laptop (assim chamado porque foi desenvolvido para ser usado no colo – lap, do inglês – muito próximo de uma outra coisa…) até o ponto dele pegar fogo ou até explodir.

7 – Controlar o freio do seu carro

Controlar o freio do seu carro (Foto: Reprodução)

 

Especialistas em segurança da Universidade de Washington e da Universidade da California mostraram que os novos carros com computador de bordo correm grande risco de serem hackeados.

Os cientistas foram capazes de controlar dois veículos e operar mais de uma dezena de funções enquanto os carros estavam em movimento, entre elas o freio seletivo de cada uma das rodas e até desligar o o motor completamente. O mais assustador é que uma vez que eles conseguiam controlar os carros, as ações do motoristas eram totalmente ignoradas: os pedais, rodas e botões não respondiam mais. Eles também foram capazes de lançar um “ataque composto” no qual o software malicioso que invadiu o sistema do carro era apagado após a batida, eliminando qualquer evidência de sabotagem.

Os experts estão prevendo que o futuro do roubo de carros será um empreendimento compartilhado, com hackers vendendo seus serviços para ladrões, fornecendo a localização GPS do carro, destrancando a porta e dando a partida remotamente para que eles dirijam.

Possíveis pontos de entrada de um hacker no sistema de um carro são: por meio de Bluetooth, rede celular, monitor de pressão dos pneus e até por arquivos de música. Sim, a próxima canção que você baixar pode ser a última se o vírus errado estiver nela.

6 – Controlar uma usina nuclear

Controlar uma usina nuclear (Foto: Reprodução)

 

Quando Scott Lunsford, um pesquisador do Sistema de Segurança de Internet da IBM, disse aos donos de uma usina nuclear americana que ele podia hackear o sistema através da internet, eles riram na cara dele. Disseram que ele não poderia fazer aquilo; que era “impossível”. Então, eles foram procurar a palavra “altivez” no dicionário enquanto Lunsford hackeou todo o sistema. A equipe dele levou menos de um dia para se infiltrar e menos de uma semana para ter controle total sobre a usina. Lunsford disse que foi “um dos testes de invasão mais fáceis” que ele já havia feito.

Mesmo não tendo causado uma fusão ou algo parecido, Lunsford ainda está convencido de que se ele tivesse se empenhado, poderia ter feito um dano significativo no sistema. Só teria sido necessário “fechar uma válvula” para desligar a energia de uma cidade inteira. O sistema particular que Lunsford hackeou para ganhar acesso à usina é chamado de SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition) e a má notícia é que esse sistema é responsável pela maioria da infraestrutura norte-americana. SCADA controla coisas como filtração de água a linhas de metrô da nação inteira e sua segurança fica mais fraca a cada dia devido ao crescimento da conectividade na internet. Lunsford imagina uma variedade de possibilidades catastróficas se os cyberterroristas aprenderem a invadir o sistema SCADA, como ele fez.

5 - Usar seu computador como um “espelho dupla-face”

Usar seu computador como um "espelho dupla-face" (Foto: Reprodução)

 

Estranho é que se você está lendo isso, provavelmente tem uma webcam apontada para você agora mesmo e – não olhe! Relaxe, ok? Aja naturalmente…

Provavelmente, não tem ninguém te olhando. Nós sabemos que até os mais entediados hackers têm coisas melhores para fazer do que assistir alguém jogar Call of Duty. Mas se um hacker quiser controlar sua webcam para te espionar, isso é bastante factível. Na verdade, indevidamente ou inteiramente inseguras webcams têm sites inteiros direcionados a elas (aqui vai um site inteiro de webcams controláveis).

Desenvolvedores de webcam estão a par do problema. Companhias como a Logitech já estão adequando suas webcams com escudos de privacidade para proteger os usuários contra acesso indesejado. E que motivo levaria a esse tipo de invasão de privacidade? Existem poucas razões para se hackear uma webcam pessoal além de espionar uma mulher trocando de roupa… e é isso que acontece na maioria dos casos.

Então, se você é uma mulher atraente lendo isso e está preocupada com sua privacidade, repare na luz na sua webcam para ver se está ativa.

4 - Chuva de dinheiro no caixa eletrônico

Chuva de dinheiro no caixa eletrônico (Foto: Reprodução)

 

Lembra da cena de “dinheiro fácil” em Exterminador do Futuro 2, quando John Connor e seu amigo hackeiam um caixa eletrônico com um computador Atari portátil? Bem… Isso não foi ficção. Diferentemente da maioria das empresas, os desenvolvedores de caixas eletrônicos não foram muito hackeados na última década, então, suas medidas de segurança são levemente ultrapassadas.

Na Black Hat, uma conferencia de segurança técnica, do ano passado, Barnaby Jack, o diretor de pesquisa em segurança da IOActive Labs, quis demonstrar o quão fácil era hackear um par de caixas automáticos. E ele não precisou abrir a máquina nem fazer uma retirada. Fez tudo remotamente, usando apenas um laptop e um programa chamado Jackpot. Quando terminou, uma musiquinha tocou em seus autofalantes, a palavra “jackpot” brilhou na tela, e os caixas começaram a cuspir notas por todos os lados, enquanto Barnaby batia os calcanhares.

#3 – Destruir a rede elétrica nacional

Destruir a rede elétrica nacional (Foto: Reprodução)

 

Em 2020, o Reino Unido quer ter um medidor inteligente em cada lar para medir o consumo de gás e eletricidade. Os equipamentos mandam informação em tempo real diretamente para companhias por uma conexão com a internet. Ao mesmo tempo, fornecem aos clientes atualizações da conservação de energia e simultaneamente ajudam a controlar a demanda nacional com mais eficiencia. O medidor soa como algo muito plausível para nós que trabalhamos duro, mas onde nós vemos apenas uma pequena caixa de luz que nos fornece energia, um hacker enxerga um monte de circuitos com mínima segurança que controlam todo um país.

Mundialmente, já existem 40 milhões desses medidores em uso, muitas dessas redes operam nos EUA. Outra equipe da IOActive desenvolveu um worm para usar nas falhas de segurança do sistema. Com o worm, fizeram exatamente o que já haviam avisado, e com sucesso, controlaram uma rede elétrica americana. Mike Davis, um consultor senior da firma, emitiu essa declaração ameaçadora: “Nós podemos desligar centenas de milhares de lares potencialmente ao mesmo tempo”. Ele não anexou a declaração à uma lista de exigências ou algo do tipo, mas supomos que isso causou um certo incomodo às pessoas.

2 - Parar seu coração

Parar seu coração (Foto: Reprodução)

 

Hoje em dia, tudo desde o seu carro até seu liquidificador está sendo melhorado com um chip de computador. Implantes médicos como marcapassos não são exceção. Já que eles precisam ser atualizados remotamente mesmo (caso contrário toda manutenção envolveria uma cirurgia maior), eles possuem uma limitada conectividade externa que permite aos médicos acessarem seu histórico médico, seu nome e endereço, nome do seu doutor e o endereço dele. Ah, e um hacker experiente pode acessar tudo isso, também.

Isso mesmo. Eles podem hackear seu coração.

E nem precisamos dizer: Obviamente eles podem pará-lo remotamente enquanto estiverem lá.

Em algum aparelhos, como um defibrilador implantado – que reanima o coração caso ele pare – hackers podem remotamente desligar o sistema e esperar você morrer ou, se eles não tiverem o dia todo, colocar no modo teste – onde o marca-passo da choques fatais repetidamente até quando ele já está batendo bem.

Implantes de diabete como ampolas de insulina provaram ser outro risco: quando hackers ganham acesso a esse sistema, podem bagunçar os níveis injetados no corpo, o que, de novo, pode ter consequencias fatais. Jay Radcliffe descobriu esse hack quando ele estava brincando com seu próprio equipamento para diabete.  Primeiro ele achou que era “muito legal” em alguns minutos, ter acesso a computadores dentro do próprio corpo. Então ele percebeu que qualquer adolescente entediado com a técnica certa poderia ter total domínio sobre sua vida ou morte.

1 - Te ver nu

Te ver pelado (Foto: Reprodução)

 

Sabe esses scanners de corpo inteiro que existem nos aeroportos agora? Eles são essencialmente robôs que te striptizam sob seu consentimento, vendo através de suas roupas para saber se você está escondendo uma arma ou uma tatuagem embaraçosa. Mais perturbador do que o simples fato de que essas imagens existem é a facilidade como esses equipamentos de raio-x podem ser hackeados. Os hackers podem assumir o controle de um computador de aeroporto estando a centenas de milhas de distância e podem fazer o download dessas imagens sem piscar, provavelmente dando o pontapé inicial para um novo fetiche fantasma metade-transparente (e o fetiche na internet já está em niveis críticos de saturação).

As imagens que esses sistemas capturam deveriam ser deletadas imediatamente depois que a segurança as vê, mas esse não é sempre o caso. No ano passado, as fotos em um tipo de scanner mais antigo (imagens com um menor aspecto de nudez) vazaram, e futuras violações de privacidade como essa são consideradas bastante possíveis.

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Coisas e macetes da internet
segunda-feira, outubro 03rd, 2011 | Author:

Há vários anos eu criei uma lista de instruções, orientações e dicas, sobre esta coisa chamada internet, que todo mundo saiu retransmitindo e circula até hoje, inclusive com algumas pessoas melhorando, incrementando e atualizando, e outras, também, dizendo que é de sua autoria, o que não representa problema nenhum.
O importante é que foi muito útil e continua a ser útil a muita gente.
Hoje quero falar sobre outro problemão que muita gente enfrenta, mas fica sem saber o que fazer, para evitar: A proliferação de emails indesejáveis que chega à sua caixa postal.
Conforme sabemos, quando as coisas são de graça as pessoas têm a tendência de abusar.
Muita gente, quando chega a uma churrascaria rodízio, sabendo que comendo pouco ou comendo muito vai pagar a mesma coisa, termina enchendo o rabo de comida, mesmo sem ter vontade, apenas para aproveitar bem daquele momento. Quando chegam em casa fica passando mal, mas o que quer é aproveitar da situação e encher o bucho.
Na internet não é diferente. Já que eu pago uma taxa mensal para ter internet e tanto faz eu mandar muitos como poucos emails, eu vou entupir as caixas postais das pessoas de emails, vou entupir os orkuts dos outros, vou fazer tudo o que tenho “direito”, é o que muita gente acha.
Isto acontece muito. Há pessoas que lhe mandam dez, vinte e até mais e-mails POR DIAAAAAA; colocam cinco, dez, vinte ou mais mensagens “bonitinhas” em seu Orkut, por dia.
É receber uma mensagem, que acha “lindaaaaaa”, haja sair retransmitindo pra todo mundo, como se ninguém tivesse já recebido aquela mesma mensagem.
Não se tratam de pessoas bandidas, obviamente; tratam-se de pessoas nem sempre providas de bom senso, que terminam se tornando inconvenientes, embora a intenção seja a de agradar e acham sempre que estão agradando.
Mas, nessa onda, os bandidos e doentes do espírito da internet, aqueles que têm prazer em prejudicar as pessoas, até mesmos as que não conhece, aproveitam para mandar os seus vírus, mensagens maliciosas que terminam prejudicando o computador dos outros.
Na mesma onda, aproveitam-se aqueles frustrados, recalcados, invejosos e portadores de doenças psíquicas para mandar as difamações, calúnias, disposição de destruir imagens e prejudicar os outros, como as famosas campanhas que fazem contra o “Criança Esperança”, da Globo, e coisas parecidas.
O que muita gente pergunta é:
O que eu devo fazer para não receber as mensagens que eu não quero receber?

Primeira orientação:
Ficar com raiva da pessoa, mandar email para ela xingando e dizer que não adianta ela lhe mandar mensagens, que você vai apagar tudo e jogar no lixo, não resolve absolutamente nada, porque ela vai continuar mandando, vai continuar entupindo a sua caixa postal, vai continuar gerando tráfego na internet e você vai continuar a ter o trabalho diário de excluir.
Raiva nunca resolveu nada, em lugar nenhum do mundo.
O ideal é você mandar uma mensagem para a pessoa que está lhe enviando os emails em quantidade e pedir para que ela não envie mais, que você não tem tempo para ler ou mesmo que não lhe interessa aquele tipo de assunto que ela lhe manda. Peça para retirar o seu email da lista dela.
Pronto. Muita gente é séria, compreende essa situação e faz isto na hora, sem se aborrecer e sem problema nenhum.
Eu mesmo, que tenho uma lista de emails gigantesca, constituída apenas por pessoas que pediram para constar os seus emails aqui, já que, jamais, coloco email de gente que não pede, porque não suporto ser inconveniente para ninguém, sempre estou colocando em todas as minhas mensagens o aviso: “Se você não deseja receber os meus emails, avise que eu retiro no hora”. De vez em quando recebo alguns pedidos para retirar e nem pergunto porquê, já que não tenho este direito. Tenho que respeitar e retirar, já, o email da pessoa.
Mas tem gente, que parece que tem prazer em ter um número cada vez maior de pessoas em sua lista, não retira e insiste em mandar.

O que fazer, num caso deste?

Existem duas maneiras: No programa que você utiliza, instalado aí no seu computador, seja ele o Outlook, o Outlook Express, o Thunderbird, Eudora, Incredmail ou qualquer outro, sempre existe a opção de BLOQUEAR EMAILS ou Bloquear Remetente. Você vai lá, bloqueia um determinado email de uma pessoa e ele não vai aparecer mais para você, aí no seu computador.
Só que, quando você faz apenas isto, os e-mails vão continuar sendo enviados, chegam até a sua caixa postal no seu provedor, vão entupir a sua caixa postal e vão ser trafegados do seu provedor até o seu computador.
Continuará a gerar um tráfego grande, vai ficar lento quando você baixar, todo dia, porque aquele lixo estará vindo normalmente e vai ser bloqueado, apenas depois que entrar em seu computador.
A melhor opção é você bloquear o email do inconveniente no Webmail do seu provedor, porque ele irá para o lixo lá mesmo, assim que chega, sem entupir a sua caixa e sem trafegar até a sua máquina.
É importante que todo mundo saiba disto.
Existe o programa que você recebe e manda emails, que fica instalado em seu computador, no caso aqueles da relação que eu coloquei acima, e existe também o programa que você acessa pelo próprio site, onde vê os emails lá, deleta e-mail lá e manda emails por lá, sem precisar baixar para o seu computador.
O que precisa saber é como identificar o FILTRO DE EMAILS do programa do seu provedor, no caso o Webmail. Todos eles têm isto, pode procurar.
Como são esses filtros?
Você vai aplicar regras pessoais suas lá, porque o programa permite isto.
Por exemplo: Se existe uma pessoa, extremamente chata, que se chama Gerimundo Bastos Ferreira, que lhe enche a paciência com vários emails todo dia, você vai aplicar uma regra que terá um nome:
Nome: Gerimundo.
Condição: “Se no remetente” conter a palavra “Gerimundo”, tome a providência de jogar “para a lixeira” imediatamente, ou seja, exclua logo.
Com um nome “Gerimundo” é suficiente fazer isto, porque será muita zebra você ter mais de uma pessoa com esse nome horroroso, mas se for “Raimundo”, por exemplo, você não pode colocar somente “Raimundo” senão ele vai excluir os emails de todos os Raimundos que são seus amigos, inclusive os que lhe mandam mensagens úteis.
Neste caso, a regra terá que ser feita assim:
Condição: “Se no remetente” contem a palavra “Raimundo”, e também conter a palavra “Bastos”, e também conter a palavra “Ferreira”, elimine e jogue para a lixeira.
Aí sim, estará completa a regra e vai eliminar somente o “Raimundo Bastos Ferreira” que é a pessoa que está lhe enchendo a paciência.
Você poderá criar várias regras, dentro das condições que você quer.
Há regras que você coloca condição dentro do ASSUNTO.
Por exemplo: Se no “assunto” contem a palavra “promoção”, “plano de saúde” ou qualquer outra, você manda enviar para o lixo.
Um exemplo que coloco sempre é:
Se no “remetente” contem a palavra “Bradesco”, ou “Itaú”, ou “Santander”, ou… de qualquer banco, eu já mando para o lixo, porque já sei que é vírus. Eu só deixaria livre o banco onde tenho conta, se a gerência confirmar que ele, de fato, costuma mandar emails para os seus clientes, porque normalmente bancos não se comunicam com clientes por email, só muito raramente.
“Receita Federal”, “Tribunal Eleitoral”, “Polícia Federal”… tudo isto é conversa fiada, pode botar no seu filtro, porque nenhum desses órgãos comunicam por email com as pessoas.
Não quero dizer, com isto, que todas as pessoas que nos mandam emails, talvez até diariamente, sejam inconvenientes e que nenhum presta. Muito pelo contrário, tem gente que sempre nos manda emails interessantes, com informações úteis, coisas que nos servem e que até agradecemos pela gentileza da informação. Mas são casos raros. É claro que estes a gente quer preservar, deve preservar e não tem a ver com o que sugiro aqui.

A internet maluca que bloqueia o que é bom

É impressionante, mas na administração do sistema de tráfego de internet acontece também um elevado nível de burrice de analistas e programadores que, visando proteger a rede do tráfego de mensagens indesejáveis para as pessoas, os famosos SPAMs, terminam atirando em mosquitos com balas que matariam elefantes.
O nível de burrice é tão grande, que termina permitindo que os verdadeiros lixos cheguem em suas casas, enquanto os emails que, para você, são úteis ficam bloqueados, como se fossem SPAM.
Eu mesmo recebo muitos emails de amigos queridos que me dizem:
- “Alamar, você ficou com raiva de mim? Eu sempre recebi os seus emails, adoro os seus emails, mas nunca mais os recebi”.
Em princípio eu nunca retiro email de ninguém da minha lista (a não ser que a pessoa peça) e muito menos me deixo levar por raivas. O email para qual eu enviava mensagens há cinco anos ou mais, continuo enviando, do mesmo jeito, hoje. A não ser que a pessoa não use mais aquele e tenha trocado. Aí ela precisa atualizar.
O que acontece é que o idiota do seu provedor, aleatoriamente, passou a entender que “alamar”, ou “joão”, é um email que não deve ser enviado para você e as mensagens terminam indo direto para a sua lixeira ou a sua pasta de SPAM, sem que você tivesse dado ordens para isto. É sempre bom olhar na sua lixeira ou na sua pasta de SPAM se não tem mensagens de pessoas que você gosta, por lá. Mas não é só do “alamar” não, são vários outros que possam lhe ser interessantes, mas não chegam, por conta dessa “inteligência” instalada no universo da informática.
Procure dar uma olhada e observe. Se tiver acontecendo isto, tem como reconfigurar, dizendo para o seu provedor que você quer receber os emails de fulano ou de cicrano e não admite que eles sejam considerados como SPAM. Eles serão obrigados a lhe atender. Se não atender, PROCON ou Juizado de Pequenas Causas neles.

Carinhosamente

Alamar Régis Carvalho
www.alamarregis.com

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Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/pesquisa-mostra-80-dos-brasileiros-foram-v%C3%ADtimas-crimes-185300075.html

Pesquisa divulgada hoje pela fabricante de antivírus Norton mostrou 80% dos brasileiros adultos dizem terem sido vítimas de crime cibernético neste ano — volume acima da média mundial de 69%. Segundo o estudo, no ano passado os crimes virtuais representaram um custo de US$ 63,3 bilhões para o país, o equivalente a 16,3% do prejuízo mundial, medido em 24 países, que foi de US$ 388 bilhões.

Dentre os entrevstados brasileiros, 9% já foram alvo de algum cibercrime online. Essas pessoas disseram ter passado uma média de 11 dias para conseguir resolver seus problemas causados pelo crime virtual, como a recuperação dos dados e e-mails perdidos, contra uma média mundial de 10 dias.

Parte dessa maior incidência está ligada ao baixo uso de sistemas de segurança na internet. Segundo a pesquisa, 69% dos usuários disseram não usar softwares atualizados de segurança, contra uma média global de 41%. Por dia, 77mil brasileiros são vítimas de crimes virtual, de acordo com a pesquisa.

– Para que a incidência desse tipo de crime caia, deve haver uma mudança de comportamento do usuário — disse Adam Palmer, consultor chefe de Cibersegurança da Norton.

Segundo Palmer, os dados do Brasil se assemelham ao resultado dos países emergentes que também apresentaram um rápido crescimento da sua base de usuários de internet nos últimos anos, e que talvez ainda não tenham um conhecimento de como evitar ataques. Na China, por exemplo, 85% dos internautas adultos disseram ter sido vítimas de crimes virtuais, volume semelhantes ao de outros emergentes como África do Sul (84%), México (83%), Índia (80%) e Cingapura (80%).

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Como evitar Trojans Vírus Spam e Gafe na Internet
quinta-feira, setembro 15th, 2011 | Author:

PARTE 01

Enteda as diferenças entre vírus, trojans, spywares e outros

Nem todos os arquivos que prejudicam seu PC são vírus.

Quem usa um computador — ainda mais com acesso à internet — ouve diariamente as palavras vírus, trojan, spyware, adware e, de vez em quando, a palavra malware. É comum pensarmos que, de uma maneira geral, todos são vírus e perigosos para o computador.

Em parte, esta afirmação é verdadeira: de fato, todos eles podem nos prejudicar de alguma maneira. No entanto, eles não são todos vírus nem iguais. Eles são todos malwares, isso sim.

Malware

Malware é a combinação das palavras inglesas malicious e software, ou seja, programa maliciosos. São programas e comandos feitos para diferentes propósitos: apenas infiltrar um computador ou sistema, causar danos e apagar dados, roubar informações, divulgar serviços, etc.

Obviamente que quase 100% desses malwares entram em ação sem que o usuário do computador perceba. Em suma, malware é a palavra que engloba programas perigosos, invasivos e mal intencionados que podem atingir um computador. O primeiro erro dos usuários é este: desconhecendo o termo malware, categorizar tudo como vírus.

Os malwares se dividem em outras categorias, e provavelmente vão continuar se dividindo à medida que malfeitores descobrirem e inventarem novas maneiras de ataques a computadores. Essas categorias incluem vírus, worms, trojans, rootkits, spywares, adwares e outros menos conhecidos. Vejamos um por um.

Vírus

O termo vírus foi aplicado por causa da reprodução desses arquivos.

Não é à toa que a palavra vírus é a que mais circula quando o assunto é perigos de computador. Afinal, os vírus são os programas mais utilizados para causar danos, roubar informações, etc.

Os vírus se diferenciam dos outros malwares por sua capacidade de infectar um sistema, fazer cópias de si mesmo e tentar se espalhar para outros computadores, da mesma maneira que um vírus biológico faz.

Vírus são típicos de arquivos anexos de emails. Isso acontece porque quase sempre é necessário que um vírus seja acionado através de uma ação do usuário.

Um dos vírus mais perigosos já registrados foi o “ILOVEYOU”, uma carta de amor que se espalhou por email e é considerada responsável pela perda de mais de cinco bilhões de dólares em diversas empresas.

Worms

Esses vermes não são inofensivos.

Um worm (verme, em ingles) de computador é um programa malicioso que se utiliza de uma rede para se espalhar por vários computadores sem que nenhum usuário interfira neste processo (aí está a diferença entre vírus e worm).

Os worms são perigosos pois podem ser disparados, aplicados e espalhados em um processo totalmente automático e não precisar se anexar a nenhum arquivo para isso. Enquanto vírus buscam modificar e corromper arquivos, os worms, costumam consumir banda de uma rede.

Trojan

Tome cuidado com este

Trojan, forma abreviada de Trojan Horse (cavalo de tróia, em português), é um conjunto de funções desenvolvido para executar ações indesejadas e escondidas. Pode ser, por exemplo, um arquivo que você baixou como um protetor de telas, mas, depois da instalação, diversos outros programas ou comandos também foram executados.

Isso significa que nem todo trojan prejudica um computador, pois, em alguns casos, ele apenas instala componentes dos quais não temos conhecimento, forçadamente.

Daí a relação com o cavalo de tróia, historicamente falando. Você recebe um conteúdo que acha ser uma coisa, mas ele se desenrola em outras coisas que você não esperava ou não foi alertado.

Rootkits

Os rootkits englobam alguns dos mais escabrosos malwares já conhecidos. Isso porque estes programas miram simplesmente o controle de um sistema operacional sem o consentimento do usuário e sem serem detectados.

O grande mérito do rootkit é sua capacidade de se esconder de quase todos os programas antivírus através de um avançado código de programação. Mesmo que um arquivo rootkit seja encontrado, em alguns casos ele consegue impedir que você o delete. Em resumo, os rootkits são a maneira mais eficiente para invadir um sistema sem ser pego.

Spywares

Spy, em inglês, significa espião, e foi com essa característica que os spywares surgiram. No começo, os spywares monitoravam páginas visitadas e outros hábitos de navegação para informar os autores. De posse dessas informações, tais autores podiam atingir os usuários com mais eficiência em propagandas, por exemplo.

Porém, com o tempo, os spywares também foram utilizados para roubo de informações pessoais (como logins e senhas) e também para a modificação de configurações do computador (como página home do seu navegador).

Os spywares viraram alvo de programas específicos.

Hoje, os spywares ganharam atenção especial de diversas empresas que desenvolveram programas específicos para acabar com este tipo de malware.

Adware

O último malware dessa lista geralmente não prejudica seu computador, mas te enche o saco, com certeza. Adwares são programas que exibem, executam ou baixam anúncios e propagandas automaticamente e sem que o usuário possa interferir.

Adwares são mais chatos do que perigosos.

Geralmente, ícones indesejados são colocados em sua área de trabalho ou no menu Iniciar para que você acesse o serviço desejado.

Hoje, os adwares são considerados como uma categoria de software, diferenciando-se de freewares (programas gratuitos) e demos ou trials (programas para testar), uma vez que eles têm a intenção de divulgação, e não de prejudicar um computador.

 

PARTE 02

Para entender melhor esta parte, você deve baixar nosso slide do Power Point e visualizá-lo antes. Baixe o slide clicando aqui.

Como entender melhor o uso de correios eletrônicos e-mail.
Toda vez que alguém te enviar um e-mail sujo, expondo seu endereço, se você ficar sem jeito de pedir para não fazer mais isto, envie o slide anexo de volta para ela.

Salve-o em local de fácil acesso em seu HD, e se a pessoa não aprender, continue enviando, enviando e enviando, até que um dia ela lhe questione o porquê de você enviar o mesmo slide todas as vezes. Então você explicará que ela está cometendo uma gafe, mas de forma gentil. Se puder renomeie o slide toda vez que enviar, assim surpreenderá a pessoa que não se manca.

Dalton – professor de informática que ensina o correto a seus alunos da terceira idade que não desculpas para aprenderem a fazer o correto. www.websitearte.com

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Em 1990, quando o Código de Defesa do Consumidor (CDC) foi criado, o e-Commerce ainda não existia e muito menos podia ser previsto, por este motivo óbvio, até hoje não possui regras específicas em relação aos direitos dos consumidores.

 

Em Julho de 2010 durante a 65ª Reunião do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor – DPDC, foi realizada no Rio de Janeiro, uma primeira tentativa de normatizar o setor. O documento chamado de “Desafios da Sociedade da Informação: comércio eletrônico e proteção…”, foi organizado através de uma oficina da Escola Nacional de Defesa do Consumidor vinculada ao Ministério da Justiça, e teve como um dos objetivos principais assegurar aos consumidores do comércio eletrônico uma proteção transparente, eficaz e, no mínimo, equivalente àquela garantida nas demais formas de comércio tradicional. Segundo a secretária de Direito Econômico, do Ministério da Justiça, Dra. Mariana Tavares, este documento não se trata de uma norma nova, mas de uma interpretação do Código de Defesa do Consumidor para o comércio eletrônico. – O princípio central do código é justamente a vulnerabilidade do consumidor e essa vulnerabilidade se agrava no comércio eletrônico onde ele não está (em contato) diretamente com o fornecedor – destaca Mariana

 

Agora é a vez de rever a regulamentação do comércio eletrônico através da adequação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Algumas das mudanças que mais chamam a atenção é a consideração do envio de spam como um recurso de uso abusivo e que poderá passar a sofrer sanções administrativas, a proibição de publicidades que levam o comprador ao superendividamento, como anúncios de venda “sem juros” ou com “taxa zero de juros” em financiamentos, mais informação e transparência sobre crédito consignado, direito de arrependimento, entre outros aspectos ralacionados a financiamentos e vendas a prazo. O novo CDC também prevê a facilitação dos mecanismos conciliatórios para o consumidor honrar suas dívidas, assunto que não foi considerado pelo código à época de sua criação.

 

Para esta atualização do CDC, vários setores da sociedade, incluindo prestadores de serviços, órgãos de defesa do consumidor, juízes, defensores públicos e os próprios consumidores em capitais como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Cuiabá, Porto Alegre e Recife participaram das discussões para elaboração do novo texto. Antes de encerrar o texto do novo código, ainda estão previstas audiências públicas em Salvador, no próximo dia 23, e em São Paulo no dia 30.

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Cuidados ao comprar na internet
quinta-feira, julho 21st, 2011 | Author:

Comprar na Internet é certamente muito cômodo, permitindo a comparação instantânea de preços e o recebimento da compra em domicílio, e está se tornando cada dia mais freqüente o seu uso pelo público consumidor.

Mas cuidado, nem toda loja é idônea e o simples fato de ter uma página na internet não garante que ela realmente exista e que você vai receber o produto pelo qual pagou.

Portanto, aqui vão algumas dicas para você fazer uma boa compra na internet e evitar dores de cabeça:

Confirme o CNPJ da empresa vendedora

Sempre verifique que a loja escolhida possui CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) e comprove se a situação cadastral esta ativa acessando o site da Receita Federal

O CNPJ deveria constar no site, se não constar ligue para a loja e peça o CNPJ, é obrigação o fornecimento desta informação.

Verifique o endereço físico da empresa

Quando você compra na Internet sempre verifique a idoneidade e a existência da empresa. Telefonar a empresa é uma forma de verificação.

O telefone fornecido não deve ser um celular, ele deve ser um numero fixo. Linhas começando com o digito 7, 8 ou 9 são em geral de celulares, portanto cuidado.

Se o número chamado não atende ou sempre esta ocupado, também pode indicar que a empresa não existe.

Se você for atendido confirme o endereço físico da empresa. Se a empresa recusar ou informar que é somente uma loja virtual e não possui endereço físico, desconfie, isto não é permitido para empresas.

Confirme o telefone

Continuemos com as verificações que você pode fazer para estabelecer a idoneidade da empresa vendendo na Internet.

Você agora possui uma copia da ficha cadastral do CNPJ da empresa, o telefone da empresa e o endereço físico da empresa.

Compare este com o endereço constando da ficha cadastral do CNPJ.

Se for a mesma, tudo bem, entretanto se for diferente ligue de volta para a empresa e pergunte se mudaram de endereço e qual era o endereço anterior.

Se não puderem responder, você já sabe, desconfie, pois o endereço cadastrado é o endereço oficial e legal da empresa.

Não esqueça do e-mail

Você continua querendo comprar na loja que você escolheu na Internet mais não consegue o CNPJ, não atendem ao telefone e não fornecem o endereço.

A recomendação seria: procure outro fornecedor.

Mas se você quiser insistir mande um e-mail pedindo estas informações. Se responderem, ótimo, verifique os dados e se estiverem corretos tome sua decisão.

Como regra geral o E-mail de uma empresa que vende pela Internet deve ter o mesmo endereço que a URL.

Ou seja se a loja se encontra em www.sualoja.com.br o e-mail deveria ser algumacoisa@sualoja.com.br e não algumacoisa@hotmail.com.br ou gmail ou terra ou uol etc… Que são normalmente e-mails de pessoas físicas.

Opiniões sobre a empresa e os produtos vendidos

Por último, mas não menos importante, você deve verificar as opiniões sobre a empresa e os produtos vendidos.

Você já verificou o CNPJ, o telefone, o endereço físico e o e-mail da empresa, mas gostaria de ter certeza que a loja vai lhe atender bem e que a garantia realmente funciona.

Para isto existem certos mecanismos que permitem verificar a opinião dos clientes que já compraram com a empresa.

Alguns sites, como Buscapé, Bondfaro, outros Portais de Venda e do Ebit você encontra opiniões escritas por clientes satisfeitos e insatisfeitos que avaliaram a empresa onde fizeram a compra.

Veja como exemplo o site Buscapé.

Lembre-se é seu direito verificar e questionar a empresa na qual você vai efetuar uma compra e é obrigação dela fornecer as informações que são de domínio publico.

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Empresa pequena tem que ter domínio próprio
domingo, maio 29th, 2011 | Author:

Por Renato Fridschtein

Dicas básicas de registro de domínio.

Cinco motivos para que a pequena iniciativa tenha um nome próprio e não algo como www.xpto.com/tal/minhaempresa.

Nos primórdios da internet as redes que a formavam eram representadas por números (ex. 201.123.12.154). Como não havia tantas redes assim, estava tudo bem.

À medida que mais e mais computadores eram conectados ficava difícil lembrar o numero de determinada rede; então alguém surgiu com a idéia de criar os nomes de domínio. Ou seja, as redes receberiam um número e um nome equivalente a este número.

Um computador ficaria encarregado de traduzir cada nome do domínio para o número correspondente e assim encontrar o computador (e a informação) que você estivesse procurando. Este serviço é chamado de DNS (serviço de nomes de domínio).

Assim surgiram os nomes como harvard.edu, senate.gov, microsoft.com, etc. O que vem depois do ponto é chamado de sufixo e identifica o tipo de rede a que serve. Os primeiros tipos criados foram com (comercial), mil (militar), edu (entidades educacionais), org (entidades sem fins lucrativos), net (relacionado com redes) e gov (departamentos governamentais).

Desta forma, se poderia saber que tipo de entidade você está conectando graças ao sufixo de seu nome de domínio.

Mas a rede não parou de crescer e logo atravessou as fronteiras dos EUA. Para acompanhar o crescimento de domínios registrados e para que os nomes disponíveis não acabassem rapidamente, foi acrescentado ao sufixo um par de letras para identificar o país de origem.

Os domínios brasileiros terminam com .br, italianos com .it, argentinos com .ar e assim por diante. Somente os Estados Unidos não precisam da designação do país porque a internet começou lá e não se sabia ainda que iria crescer tanto.

Cada nação tem alguma empresa ou entidade que cuida da distribuição dos endereços de internet para que duas pessoas não tenham nem o mesmo número e nem o mesmo nome.

A HP por exemplo, pode ser hp.com nos EUA e hp.com.br no Brasil, fica fácil de entender. Mas e o www? O que vem antes do nome, ou seja, o prefixo é uma divisão da rede que trata de um assunto especifico.

A maioria dos domínios que navegamos usam o www para representar a world wide web ou simplesmente a web, mas você já deve ter visto algo como mail.empresa.com (servidor de e–mail) ou support.Microsoft.com (área de suporte da Microsoft).

Agora você já sabe como esta solução simples é usada para encontrar as informações que procura na internet. Mas para que eu preciso disto?

Cinco razões principais porque sua empresa não pode deixar de ter o próprio nome de domínio:

1. Identificação – O nome de domínio identifica seu pedaço da internet. Você pode usar qualquer coisa, nome da empresa ou do produto e até mesmo um nome inventado. Assim fica mais fácil encontrar suas páginas e conseqüentemente vender;

2. Único – Os computadores não saberiam distinguir entre dois nomes iguais. Desta forma só pode haver um nome de domínio para cada pessoa ou empresa. Esta qualidade faz com que não dê para se enganar ou roubar o tráfego de outro empreendimento;

3. Proteção da marca – Como só pode haver um nome único, outra pessoa pode registrar um domínio com sua marca, como aconteceu com aol.com.br, rider.com.br e outras marcas famosas. Em alguns casos a justiça pode dar ganho de causa para o detentor da marca, como no processo sobre o domínio esporteespetacular.com.br, mas só em que a marca seja registrada e se possa provar que o registro foi de má fé.

Aol.com.br é um caso que ilustra o fato. A empresa que o registrou se chama América On–line também e é um provedor de acesso a internet e sendo assim garantiu a propriedade deste famoso endereço.

4. Credibilidade. Para mim esta é a principal razão. Nomes de domínio são patrimônio muito barato para se optar por não usá–los. O que vai pensar um cliente se o endereço de suas páginas for algo como www.geocities/tropic/A/12345/minhaempresa?

Provavelmente ele vai pensar que se trata de um enganador e não vai querer comprar nada de alguém que não pode investir R$ 40,00 por ano no registro de um nome domínio. Aliás, este é o quinto motivo.

5. Investimento acessível. Por apenas R$ 40,00 ou US$ 10,00 por ano você reserva seu domínio e ninguém tasca. Se não puder manter esta despesa anual, bem, é melhor fechar as portas…

Você me convenceu. O que faço agora? Para ter seu próprio nome de domínio é fácil e barato. Naturalmente o primeiro passo é escolher um nome para registrar.

Pense em um nome curto, fácil de lembrar e entender. Você não quer soletrar seu nome toda vez que o disser. Use sua marca ou um benefício importante de seu produto para o domínio. Assim você empresta mais credibilidade e torna mais fácil de encontrar.

Se encontrar dois ou três nomes que considera muito bons, registre todos e aponte–os para o mesmo lugar. Não importa o que o internauta escolha, ele acabará encontrando a mesma informação.

.com ou .com.br? A única diferença é que cada um representa o país em que está registrado. Escolha o qual se encaixar melhor em sua idéia ou se você chegou tarde e aquele .com.br que você queria está registrado, tente o .com.

Diferente do que muita gente pensa você pode, com algumas exceções, registrar os domínios dos países que quiser. Por exemplo .de é o sufixo da Alemanha e você poderia criar um nome em que o .de se tornaria a preposição de, como em www.pagina.de. Use a imaginação!

Após decidir o nome e o sufixo verifique se ele já existe, caso em que você terá de escolher outro. Para faze–lo, vá a um site de registro de nomes. A única opção para domínios brasileiros é o http://registro.br. Use–o se quiser um domínio .br. Para domínios internacionais você pode usar vários serviços.

Se o nome estiver livre, você poderá registrá–lo, basta seguir as instruções de cada um.

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Razões para estar na Internet
domingo, maio 29th, 2011 | Author:

Expandir seu mercado – A internet tem se tornado o meio mais eficiente em termos de relação custo benefício das empresas expandirem seus mercados base, tanto a nível demográfico como a nível geográfico.

Qualquer empresa pode se transformar da noite para o dia em uma “empresa com presença mundial”. Tendo assim, uma imagem corporativa.

Redução de custos – Tempo gasto no processo de venda e custos associados ao manuseio e preenchimento de pedidos podem ser reduzidos. Este processo pode ser substituído gradualmente por um Web Site. Empresas que possuem uma quantidade muito grande de informações, dados, catálogos, folders, listas de preços, etc, podem tirar vantagem da Internet para otimizar e reduzir seus custos com impressão, tipografia, mala direta, etc.

Marketing Interativo – A atual estrutura de marketing da sua empresa pode ser fortalecida usando esta inovadora ferramenta que servirá para alavancar as vendas, pois é a única com a vantagem da interatividade  você vê, escolhe e compra na hora. Além disso, esse processo pode estar acontecendo em qualquer parte do mundo.

Cliente globalizado – . E teoricamente você não tem problema de limites em termos de espaço sobre aquilo que você deseja vender, o limite é o tamanho do seu porfólio de produtos ou serviços. A resposta entre o tempo de pesquisa de um produto ou serviço e sua resposta/resultado na pesquisa é algo que nenhuma outra mídia contempla, mostrando sua superioridade entre as outras mídias existentes.

Vendas On-line – A internet tem se mostrado um incansável vendedor virtual, em prontidão 24 horas por dia, 365 dias ao ano, inclusive nos feriados e finais de semana. Os baixos custos envolvidos na criação e manutenção do comércio eletrônico têm mostrado para as empresas como sendo uma alternativa atrativa e totalmente viável de ser implementada, independentemente da natureza da empresa, possibilitando oferecer seu produto ou serviço, nada mais nada menos que para todo o planeta.

Concorrência – Se você ainda esta pensando em usar este meio, pergunte para o seu concorrente o que ele está achando. Possivelmente ele dirá que não vale a pena e que é coisa para o futuro. Acredite se quiser!

Expectativa dos clientes – Você vai de encontro as expectativas de seus clientes. Os clientes, na sua grande maioria, esperam que seus fornecedores estejam sempre investindo em tecnologia e que não parem no tempo. Para não ser visto como uma empresa “antiga”, “old fashion”, retrógrada, “parada” no tempo, é melhor começar a se mexer, pois os clientes, embora não te digam isso na frente, irão comentar com terceiros, e em um segundo momento você estará perdendo cliente e nem saberá o por quê. Antecipe-se, surpreenda e encante o seu cliente, vá de encontro as suas necessidades criando uma presença na Web , através do Web Site Arte de sua empresa.

Imagem – Crie uma imagem corporativa na Web, ataque ou nivele-se as empresas maiores.  A Web possibilita a equalização das empresas, ou seja, faz com que as empresas menores possam competir (em muitos casos) de igual a igual com empresas de maior porte. Se um Web site de uma empresa menor for bem estruturado, ela poderá ter uma presença marcante na Web, talvez superior a de sua concorrente infinitamente maior.

A criação de um Web Site profissional, pode oferecer a mesma imagem para uma empresa pequena bem como para uma empresa grande (ex: multinacional). Fazer marketing na Web significa criar uma imagem para o seu cliente, dizendo que você é uma empresa preocupada em acompanhar as inovações tecnológicas e que estas inovações trarão benefícios a seus clientes. Mostrando também, que sua empresa esta muito interessada em aprimorar seus serviços, para melhor atender seus clientes. Mostrando também, sinais de estabilidade e força financeira, propiciando oportunidade de captar não somente clientes mas também parceiros para novos negócios (bons fornecedores, que também escolhem os seus clientes).

Fique no foco, se você se afastar da luz, lhe restará apenas as trevas.  Ao estabelecer uma presença na Web, através de seu Web Site, você também estará se expondo e se promovendo, garantindo uma boa publicidade. É uma excelente maneira das empresas se promoverem neste mercado globalizado cada vez mais complicado.

Portanto, para a saúde de sua empresa, não fique de fora, lembre-se do TOP of MIND, quem não é lembrado, não é procurado!

Se você é daqueles que acha que sua empresa não precisa estar na Internet, atualize-se!  A Internet a muito tempo já é o presente e desponta para um grande futuro. É sempre melhor estar na frente de seus concorrentes ao invés de estar sempre um passo atrás, olhando o que estão fazendo e somente então, agindo.

Pense nisso: Você terá que se movimentar de qualquer maneira, por que não estar na frente? Seja ativo e pró-ativo, e não, re-ativo.

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Navegar em segurança na Internet
domingo, maio 15th, 2011 | Author:

Vídeo como navegar em segurança na Internet

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Como acessar a internet com segurança
domingo, maio 15th, 2011 | Author:


Não existe uma coisa pronta, uma receita de bolo de como navegar na internet com segurança. Eu vejo a internet como terra de ninguém onde você pode ser o próximo alvo. Para que isso não ocorra, tem de estar preparado com o mínimo de segurança possível. Por exemplo, ANTIVÍRUS, porque diabos algumas pessoas não usam antivírus!!!!!É uma proteção mínima, mas não sei porquê, algumas pessoas nem sabem disso, a única coisa que se pensa é em acessar a internet, um mundo novo cheio de lugares para “navegar” e SEM PROTEÇÃO NENHUMA…eu hein!!!! Como professor já vi situações absurdas, o cliente compra o computador, monta em sua casa, assim que liga o micro, entrou no RWINDOWS e acessou a internet no Internet “EXPLODER” (isso mesmo não errei não), esquece dos demais, instalar os pacotes restantes, como o ANTIVÍRUS, algum aplicativo de escritório como o OFFICE versão de demonstração, etc…Depois de alguns meses (Isso mesmo, meses), vai a procura de um técnico para poder resolver e entender o motivo do micro estar lento, ás vezes nem entrando mais no RWINDOWS. Aí vai a minha pergunta, porquê será????
Isso sem falar nas empresas por onde passei, mas a inforesgate é voltada apenas para o usuário comum, não vamos perder esse foco. Tá certo, concordo, ninguém é obrigado a entender de informática. Mas o mínimo como instalar um antivírus na máquina, o básico, deveria saber que é obrigatório. Vou dar aqui algumas dicas de como não deixar isso ocorrer, ás vezes a culpa é da pressa, da falta de atenção, para não dizer outra coisa. Como eu disse no início não existe uma receita de bolo, vai do bom senso de cada um. Lembre-se, pode não ser só você a utilizar o micro e informações pessoais suas pode estar circulando na INTERNET neste momento.
1. Atualize seu antivírus, firewall pessoal e anti-spyware.
2. Bloqueie o acesso a portas não utilizadas no seu computador utilizando um firewall pessoal.
3. Considere os aspectos de privacidade dos dados no seu computador e proteja-os.
4. Desenvolva um plano de recuperação de desastres para todos os sistemas que necessitem de um.
5. Demonstre a utilização de programas para segurança de computadores.
6. Instale todas as atualizações relacionadas à segurança no sistema operacional de seu computador.
7. Não envie nem responda a e-mails de SPAM e phishing.
8. Utilize certificação digital.
9. Zele pela privacidade de seus dados e informações.
10. Guarde em local adequado suas cópias de segurança.


Vou traduzir alguns termos que utilizamos para melhor compreensão, pois muitos deles são em inglês e isso é mais um problema, pois vocês também não são obrigados a saber inglês:
Phishing: é o golpe que usa e-mails ou sites fraudulentos – com cara de verdadeiros ou muito similares aos originais – como isca para roubar dados pessoais. A vítima clica no endereço falso e um código malicioso é instalado na máquina. Ao digitar a senha e login, julgado que se trata de um site verdadeiro, o usuário acaba fornecendo sem perceber essas informações aos criminosos.
O que fazer? Sempre digite o endereço direto no navegador. Preste atenção no endereço: sites que iniciam com https://usam um protocolo de segurança verificado. Nunca forneça informações pessoais se não tem certeza que um site ou link é confiável.
Spyware: do inglês, “spy” significa espionar. São programas que se instalam num computador sem que o usuário perceba, às vezes junto a um outro software que estava sendo baixado. Eles recolhem informações sobre o usuário, como hábitos de navegação, e as transmitem remotamente para outro computador.
O que fazer? Usar um firewall é recomendável, pois o programa vai identificar tentativas de instalação de programas sem seu consentimento. Não clique em caixas de diálogo suspeitas. Geralmente, o programa espião se disfarça em “oferta gratuita”. Desconfie!
Malware: do inglês, “malicious software”, ou programa malicioso. Vem disfarçado em anexos de e-mails e mensagens instantâneas e podem conter vírus, cavalos de troia e “vermes” que danificam o sistema do computador. Eles podem até enviar a si mesmos – e automaticamente – para sua lista de contatos.
O que fazer? Nunca abra anexos nem clique em links na web enviados por desconhecidos. Se for enviado por um colega ou familiar, mas você  estiver desconfiado, entre em contato com a pessoa antes e confirme se ele lhe enviou aquele conteúdo. Se receber o link suspeito pela janela do programa de chat, encerre a sessão da mensagem.
Spam: é todo tipo de mensagem que você não deseja receber –  e na maioria dos casos, nem ao menos se cadastrou e autorizou o seu envio. Algumas mensagens contém linguagem ofensiva e sugerem links para sites de terceiros.
O que fazer? Recuse mensagens de contatos que não estão na sua lista, marcando-os como spam (muitos serviços de e-mail oferecem essa ferramenta). Evite preencher cadastros online se o site não declara o que fará com seus dados, nem solicita sua autorização para enviar mensagens.
*Dicas da Cartilha da Internet Segura da Norton
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