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Seis dicas para usar o Internet Banking com segurança
segunda-feira, novembro 14th, 2011 | Author:

Por Lincoln Spector e Rafael Rigues

Publicada em 21 de julho de 2011 às 08h00 em http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/07/21/seis-dicas-para-usar-o-home-banking-com-seguranca/

Acessar o banco pela internet é pratico, mas tenha cuidado: há criminosos esperando apenas um descuido seu para colocar as mãos em seu dinheiro.

Um dos golpes mais populares na internet são os e-mails de “phishing” que alegam que um banco está “recadastrando contas” ou fazendo uma “atualização de segurança” , e que tentam convencer o usuário a visitar um site (que parece o site do banco, mas é comandado por criminosos) para “confirmar seus dados pessoais”, incluindo aí o número da conta, agência, senha…

Não precisamos dizer que quem cai nessa história tem prontamente todo o dinheiro em sua conta roubado, e ainda corre o risco de ter que arcar com os custos de empréstimos feitos pelos falsários. Isso não significa que você deve evitar o home banking: não dá pra abrir mão desta comodidade com a correria da vida moderna. Basta seguir alguns cuidados básicos, como os que mostramos a seguir. Não garantimos que você ficará imune aos hackers, mas os riscos serão bem menores.

Leia também
» 10 passos para ficar seguro

1. Instale software de segurança: não dá pra frisar o quão importante é isso. Instale um pacote anti-vírus e anti-spyware, nem que seja um gratuito como o AVG Free ou o Microsoft Security Essentials, e o mantenha sempre atualizado. Um anti-vírus desatualizado é pior do que anti-vírus nenhum, pois dá uma falsa sensação de segurança.

2. Tenha cuidado com os e-mails: você recebeu uma mensagem do banco dizendo que é necessário algum tipo de recadastramento ou atualização, ou você perderá o acesso à sua conta. Em primeiro lugar, pare e pense: você tem conta no banco que supostamente mandou o e-mail? Não? Então vai atualizar o quê? Descarte a mensagem, pois é golpe.

Em segundo lugar, preste atenção: os golpistas costumam cometer erros grosseiros de português, que um banco de verdade nunca cometeria. Se a mensagem parece ter sido escrita por um repetente da 5ª série, desconsidere.

Em terceiro lugar, por mais legítima que a mensagem pareça, não clique em nenhum link. Mesmo um link que parece legítimo à primeira vista pode estar “armado” para levá-lo a uma página falsa que irá tentar roubar suas informações pessoais, isso se não infectar também seu computador com malware. Feche a mensagem, abra um navegador e digite manualmente o endereço do site de seu banco. Veja se a página fala sobre algum recadastramento, se ele for verdadeiro estará lá. Em caso de dúvidas, entre em contato com o atendimento ao cliente do banco.

3. Não continue na página se ela não for segura: antes de digitar seu nome de usuário e senha na página do banco, dê uma espiadinha no endereço. Ele deve começar com “https://” em vez de “http://”. O “s” extra indica uma conexão segura entre o site e seu navegador. Se a conexão não for segura, não prossiga. O Firefox e o Chrome dão uma forcinha, e destacam o começo do endereço em verde se estiver tudo OK.

4. Use uma senha forte: as melhores senhas tem pelo menos 8 caracteres e são uma combinação aleatória de letras (idealmente maiúsculas e minúsculas) e números, como “LVtkG70D”. “joao1234” ou “12senha3” não são combinações aleatórias, e são péssimas senhas pois são fáceis de adivinhar (assim como datas de aniversário). Se seu navegador se oferecer para guardar a senha, diga que não. Estas dicas servem não só para bancos, mas para qualquer site ou serviço na web.

E nem pense em usar a mesma senha do banco em qualquer outro site que você visita. Se você não quer ter o trabalho de criar senhas fortes e se lembrar delas, use um gerenciador de senhas como o LastPass, que é gratuito e funciona com qualquer navegador.

5. Evite computadores e redes públicas: não acesse o site de seu banco, de sua operadora de cartão de crédito ou mesmo uma loja virtual em um computador público, como uma Lan House, nem usando uma conexão Wi-Fi “gratuita” em um shopping ou restaurante. Você nunca sabe o que pode ter sido instalado no computador (há programas chamados keyloggers, que capturam tudo o que é digitado e enviam a informação para um criminoso) ou se há alguma “escuta” na conexão.

6. Proteja informações confidenciais: se você guarda recibos de banco ou formulários de imposto de renda no computador, encontre uma forma de criptografá-los. Assim, mesmo que seu computador cair em mãos erradas eles estarão a salvo de bisbilhoteiros. Uma alternativa é guardar estes arquivos em um pendrive ou HD externo com criptografia e um leitor de impressões digitais integrado. Assim, só você terá acesso a eles.

Créditos:PCWorld EUA / PCWorld Brasil

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Site de vendas Chinês cai nas graças dos Brasileiros
segunda-feira, novembro 14th, 2011 | Author:

No post UM PLAYER QUE SUBSTITUI O BLU RAY – http://www.websitearte.com/multimidia/um-player-que-substitui-o-blue-ray/ – citamos o Deal Extreme – site de importação da China como opção idônea para compras de eletrônicos de ponta a excelente preço. Ontem me deparei com um artigo em outro site que vou postar aqui ipsis literis, com os devidos créditos, para voc~es saberem o que está acontecendo no mundo globalizado, na informática, nos eletrônicos e no novo e prático jeito de importar.

Vide a seguir:

Com preços baixos e ‘clones’, site chinês faz brasileiros abrirem mão de gadgets de marca

http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/11/11/com-preco-baixo-e-entrega-lenta-site-chines-de-eletronicos-cai-no-gosto-de-brasileiros.jhtm

GUILHERME TAGIAROLI || DO UOL TECNOLOGIA

Funcionários do DealExtreme separam mercadorias no depósito da empresa em Hong Kong
Funcionários do DealExtreme separam mercadorias no depósito da empresa em Hong Kong.
A versão oficial do site é: http://www.dealextreme.com/, mas tem em portugu~es e é: http://br.dealextreme.com/

Para enviar um malote de documentos para alguém de São Paulo, no mesmo dia, uma empresa dessa mesma cidade paga cerca de R$ 20 pelo serviço de motoboy. Em comparação, o site de comércio eletrônico chinês DealExtreme, a alguns milhares de quilômetros de São Paulo, não cobra nada para enviar um pequeno envelope com fones de ouvido a seus clientes. Por esse motivo e pelos preços absurdamente baixos dos de eletrônicos e acessórios que vende — genéricos, na maioria das vezes –, a página caiu no gosto dos brasileiros.

O site chinês de acessórios e eletrônicos é muito acessado por brasileiros. Segundo o Alexa, serviço da Amazon que mede audiência de sites, o país é o 4º no ranking das nações que mais acessa a página – logo à frente do Brasil está a Argentina em 3º. Além disso, o DealExtreme tem uma versão em português (parcialmente traduzida) e em seu blog oficial já até ofereceu promoções específicas para brasileiros.

  • Arquivo PessoalO analista Bruno Almeida ,22, compra acessórios e eletrônicos no site chinês DealExtreme há um ano

O DealExtreme é um site chinês com todos os tipos de acessórios e bugigangas eletrônicas: vende de quinquilharias tecnológicas (capas de celular, adaptadores, etc) a US$ 1 a videogames XBox por US$ 500. Para se ter uma ideia da diferença de preço, um fone de ouvido oficial com microfone para iPhone custa no Brasil cerca de R$ 100. Um fone de ouvido genérico da Apple, também com microfone e bastante parecido com o original, custa US$ 6,30 (cerca de R$ 11,10) – considerando a cotação do dólar a R$ 1,76.

Outro exemplo. “Em minha última compra no DealExtreme, adquiri para um amigo uma caneta para ‘escrever’ no iPad. Em uma loja brasileira, ela custa cerca de R$ 40, enquanto no DealExtreme, apesar da procedência, a caneta custou US$ 3 [cerca de R$ 5,30]”, disse o analista de sistemas Bruno Almeida, 22, que faz compras no site há um ano.

Segundo a página de ajuda do DealExtreme, as razões para eles conseguirem preços tão baixos são a negociação com os fornecedores, o fato de eles comprarem diariamente mercadorias e a localização do depósito (perto dos Correios de Hong Kong, responsáveis pelas entregas).

Entrega lenta

Apesar do frete gratuito, demora cerca de um mês para a mercadoria comprada chegar ao Brasil. Por isso, os compradores têm de lidar com a ansiedade de querer receber logo o novo produto. Em alguns casos, a demora “padrão” de um mês pode chegar a quatro meses.

“Nas primeiras compras que fiz, a ansiedade era muito grande. Eu chegava em casa e ia direto para a caixa de correio para ver se tinha algo”, afirmou o programador Rudá Brenelli, 26. Por isso, Bruno Almeida aconselha: “Quem usar o site tem de, literalmente, comprar e esquecer, pois vai demorar bastante”.

  • Arquivo PessoalRudá Brenelli, 26, já gastou metade do salário
    em compras no site chinês DealExtreme

A explicação que o site dá para conseguir enviar produtos com frete zero é reticente. “Fazemos o transporte aéreo via Correios de Hong Kong. Nossos sistemas são integrados e temos uma parceria com eles para viabilizar o sistema de entregas gratuito”, diz a página de ajuda do DealExtreme. Questionado pelo UOL Tecnologia se essa é uma prática comum, o Conselho de Desenvolvimento Comercial de Hong Kong no Brasil não respondeu à solicitação até o fechamento desta reportagem.

Os Correios de Hong Kong, no entanto, responderam que não fazem entrega gratuita de produtos e que funcionam como qualquer outro serviço de postagem: o usuário paga pelo frete da entrega conforme o tamanho e o peso.

Compras acima de US$ 50 podem ser taxadas pela Receita Federal, seguindo as leis locais de importação. Veja aqui as regras de taxação para diferentes faixas de preço.

E vale mesmo a pena?

Dicas para comprar no DealExtreme

Esteja ciente que as compras serão em dólar e são feitas, geralmente, via cartão de crédito
Os produtos não são originais, mas muitas vezes funcionam perfeitamente
É necessário ter o mínimo de conhecimento em inglês para poder entender as condições de compra e entrega
Tome cuidado com pedidos maiores que US$ 50. Acima deste valor, o pedido pode ser taxado pela Receita Federal
Compre e tente “esquecer o produto”, pois vai demorar bastante para chegar

Existe a questão da demora na entrega e também a barreira da língua: o site está em inglês (algumas áreas aparecem em português), mesma língua em que o suporte é feito. Além disso, os usuários não conhecem a procedência dos produtos oferecidos no site, sendo que a maioria deles tem marcas genéricas. Esses fatores, no entanto, parecem não assustar os consumidores.

“Já gastei metade do meu salário comprando jogos, action figures [bonecos de personagens de quadrinhos, filmes ou videogames] e acessórios para videogame”, afirmou Rudá. O analista Bruno Almeida ressalta: “Tudo que comprei até agora funcionou bem, mas quem compra no DealExtreme deve ter em mente que a maioria dos produtos é uma imitação das versões originais.”

Em caso de problemas com a mercadoria, o comprador deve entrar em contato por e-mail com o site informando a anomalia. Nesses casos, vigoram as mesmas leis para entrega: prepare-se para esperar. “Eu já recebi uma pistola para meu videogame com o gatilho quebrado. Entrei em contato com eles por e-mail e, após cerca de quatro meses, recebi outra”, conta Rudá.

Provedores – qual escolher, qual evitar
terça-feira, novembro 08th, 2011 | Author:

Para quem está aprendendo a desenvolver sites, desenvolvedores ou clientes, empresas que necessitam de um site estável e seguro depende de um serviço de terceiros que é a HOSPEDAGEM DE SITES. A empresa que presta este serviço é chamado de PROVEDOR.

A web está infestada de propagandas de provedores com recursos, preços e propagandas diferentes. Dá para ficar perdido na hora de escolher um provedor.

Algumas coisas básicas precisa-se saber:

1. Nem sempre preço é o item prioridade um. Deve-se priorizar custo-benefício, algo que chega a ser difícil calcular por um leigo

2. Provedores prometem demais e cumprem pouco, as vezes a banda ilimitada que prometem, fica limitada por um velocidade baixa que engasga em caso de visitação razoável ou alta.

3. Até mesmo o espaço ilimitado prometido ficará comprometido pela baixa velocidade e performance dos servidores. Muitos serviços sublocam banda de provedores situados fora do Brasil e a revendem aqui.

4. A COISA MAIS IMPORTANTE EM UM PROVEDOR É O ATENDIMENTO E A ESTABILIDADE. Claro, depois o preço também conta. Um site bonito oferecendo serviços de hospedagem pode estar ocultado adolescentes em uma garagem se aventurando num novo trabalho. A internet hoje propicia não apenas os golpes de má fé que conhcemos, mas também os serviços de quinta categoria que qualquer um pode se aventurar a fazer.

5. Tive uma experiência ruim com o PROVEDOR TI Fácil – atendem mal, são desorganizados, e suspendem o site antes do boleto vencer. Tive uma excelente experiência com HOSPEDE FÁCIL – www.hospedehost.com.br – que é simples e atende bem e nunca me deixou na mão desde 2003 e para levo todos os meus clientes. Os únicos dois clientes que tive que por circunstâncias técnicas levei para o TI Fácil (que brinco que é o TI Difícil) eu tive problemas na comunicação e no sitema de pagamento. Me passaram uma péssima impressão de serem irresponsáveis e levianos.

Depois fui procurar na Internet, no Google, com as palavras chave:  reclamações contra o TI Facil – e achei isto aqui: http://cuidadocomatifacil.blogspot.com/ – e isto aqui – http://forum.portaldohost.com.br/threads/593-TiFacil-Abnix-e-HostMinasBr – e também aqui: http://www.reclameaqui.com.br/indices/15821/ti-facil-hospedagem-de-sites/. E claro, também fiz minha reclamação com respeito e propriedade: http://goo.gl/wZODc

Então um dica importante é procurar na web antes de contratar. Use as mesmas palavras chave que utilizei e troque o nome do provedor para descobrir se há muitas reclamações: “reclamações contra …”.

Fica aqui minha experiência pessoal.

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Piada “Verdadeiro Internauta”
quinta-feira, outubro 06th, 2011 | Author:

“Verdadeiro Internauta”

Não acorda, dá boot.
Não tem memória, tem HD de 10.3 TB.
Não faz análise, dá um scandisk.
Não peca, comete exceções fatais.
Não rouba, executa operação ilegal.
Não pede ajuda, tecla F1.
Não esquece, deleta.
Não evolui, faz upgrade.
Quando toma sopa de letrinhas, escolhe a fonte.
Não freqüenta boteco, prefere ambiente Linux.
Não tem cérebro, tem gerenciador de dispositivos.
Não guarda rancor, faz backup das mágoas.
Não tem raízes, tem configurações regionais.
Não desmarca compromissos, remove programas.
Não faz implantes, adiciona novo hardware.
Não gosta de mulher conservadora, prefere as de configuração avançada.
Não gosta de prostitutas, prefere garotas de programa.
Não exagera, maximiza.
Quando está com gripe, toma antivírus.
Não socorre, salva.
Não tem motorista, tem driver

Não sei o autor, mas muito boa kkkkk!

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Proteja seu PC e Conta Bancária contra Hackers
quarta-feira, outubro 05th, 2011 | Author:

Para isto vamos fazer um Tutorial para o software Freeware InterApp Control e ensinar como configurá-lo.

Mesmo tendo um antivírus, você ainda corre o risco de pegar um vírus ou trojan bancário, ter suas senhas do internet banking capturadas e seu dinheiro roubado. Quer saber por quê?

Porque todos os dias novas variações de vírus e trojans são criados pelos hackers e conseguem passar pela detecção dos antivírus, até que eles sejam atualizados.

Que tal usar uma técnica fácil e grátis que complementa o antivírus, não depende de atualizações e ajuda a proteger seu computador e seu dinheiro?

Antes de mais nada, vamos relembrar como os hackers “pescam” suas vítimas na internet:

Sabe aqueles e-mails que circulam com poesias, declarações, slides, fotos ou vídeos?
Os hackers enviam e-mails desse tipo, tentando convencer você a clicar em um link.
E se você clicar no link, ao invés de ver fotos ou vídeos… vai baixar um trojan!

E é aqui que a coisa fica interessante. O Windows diferencia os tipos de arquivos pela “extensão”, aquelas 3 letras no final do nome do arquivo, depois do ponto. Veja alguns exemplos de extensões e tipos de arquivo que geralmente não oferecem risco:

  • jpg – imagens
  • wmv – vídeos
  • pps – slides
  • doc – textos
  • xls – planilhas
  • mp3 – músicas

A extensão “.exe” é usada para programas executáveis e é a mais crítica. Se você estiver baixando um programa de algum site, é normal que a extensão do arquivo seja “.exe”.

Porém, se você clicou no link de um e-mail para ver, por exemplo, o “vídeo da Maíra do BBB” e o navegador começa a baixar o arquivo “maira.exe” em vez de “maira.wmv”, pode ter certeza que é encrenca: trojan em vez de vídeo.

A parte boa é que a extensão “.exe” não disfarça sua natureza, ou seja, sempre que você ver um arquivo ou link com essa extensão você já sabe que deve tomar cuidado.

O perigo são os arquivos com extensões “camufladas”, ou seja, extensões aparentemente “inocentes”, que tem uma função oficial legítima mas que também podem conter programas executáveis. Por esse motivo, são muito usadas pelos hackers para disfarçar os trojans.

Existem várias extensões que podem conter programas, mas as mais usadas com o intuito de enganar os internautas são as seguintes:

  • scr – proteção de tela do windows
  • cpl – aplicação do painel de controle
  • cmd – arquivo de comandos
  • pif – arquivo de informação de programas
  • bat – arquivo de comandos do DOS

Note que diferentemente da extensão “.exe”, que é usada frequentemente em downloads de programas, se você encontrar links (principalmente em emails) apontando para arquivos com as extensões acima, é praticamente certeza que sejam vírus ou trojans.

Resumindo: para aumentar sua proteção contra trojans bancários você deve bloquear downloads de arquivos com as extensões SCR, CPL, CMD, PIF e BAT.

Chega de teoria, vamos colocar a mão na massa: como configurar o InterApp Control Freeware para bloquear o download de arquivos potencialmente perigosos? Não poderia ser mais fácil: adicione uma regra para cada extensão a ser bloqueada e pronto.

.scr .cpl .cmd .pif .bat

Com o InterApp Control configurado e ativado, entenda como o bloqueio funciona: no momento em que você clica em um link malicioso, o Internet Explorer abre uma janela com o progresso do download e o nome do arquivo sendo baixado no seu título.

No exemplo abaixo, tirado de um trojan real e ainda ativo quando este tutorial foi escrito, o título é 0% de albumPicasa.scr de www.tanoto-foundatio…

O InterApp Control compara cada uma das regras configuradas com o título da janela. Se encontra uma correspondência, imediatamente fecha a janela e o download é cancelado.

Simples, não? Como você viu, o InterApp Control faz muito mais do que apenas bloquear sites e programas, como Orkut e MSN. Neste exemplo, ele foi usado como ferramenta de proteção auxiliar contra vírus e trojans que chegam por e-mail para capturar senhas e roubar contas bancárias.

Com as configurações corretas, você pode evitar alterações na configuração do Windows, bloquear anexos, proteger pastas e arquivos, bloquear o uso da impressora e muito mais… Basta você criar regras que coincidam com o título da janela que você quer fechar.

Considerando a utilidade pública da aplicação desse tutorial, afinal, estamos falando de prevenir fraudes bancárias (um problema que pode dar dor de cabeça séria pra muita gente), eu convido você a reproduzir esse post no seu próprio blog, na íntegra ou parcialmente, com um link aqui pro Curiosando.

E se você tiver alguma dúvida ou alguma dica bacana, não guarde só pra você, compartilhe conosco nos comentários. Vamos contribuir para deixar a Internet um pouquinho mais segura para todos nós!

É isso. Para baixar o InterApp Control basta clicar no link abaixo:

http://quartzo.com/interapp

Parte1 – InterApp Básico

O conceito do InterApp Control é muito simples: ele é basicamente um “fechador” de janelas do Windows. Mas como isso funciona? Simples, você cria “regras de bloqueio” do tipo:

“Janelas com o texto ORKUT no título serão bloqueadas para o usuário RODRIGO entre 08:00 e 18:00″

E qualquer janela que coincida com essa regra é imediatamente bloqueada (fechada) ao ser aberta. Só isso!

Para criar uma regra de bloqueio, clique em Adicionar e defina:

  • A palavra-chave (uma parte do texto que aparece no título das janelas que você quer fechar)
  • O usuário do Windows que será “vítima” dessa regra (ou todos os usuários)
  • O intervalo de horário que deve ocorrer o bloqueio (ou todo o tempo)

Basta prestar atenção no campo que explica a regra e tudo fica muito claro.

Como bloquear sites:

Abra o site que você quer bloquear e veja o que aparece no título da janela do navegador:

Agora basta colocar uma palavra-chave correspondente, definir usuários e horários, se desejado, e clicar em OK. Se não deseja criar mais nenhuma regra, clique em “Ativar”. Feito.

Se alguém tentar acessar o Orkut, o navegador irá simplesmente fechar.

A vantagem do InterApp sobre bloqueios por IP ou endereço é que a palavra-chave “orkut” bloqueia não só o Orkut.com, mas quaisquer web proxies que tenham a palavra “orkut” no título da janela também.

Como Bloquear Programas:

Como no bloqueio de sites, ver o que aparece no título da janela do programa que se quer bloquear:

Como no exemplo do orkut, a palavra “messenger” bloqueia não só o MSN (atual Windows Live Messenger) como web messengers — que tenham a palavra “messenger” no título.

OBS.: cuidado com palavras-chave pouco específicas (muito curtas). Pode acabar por bloquear mais do que se pretendia…
Por exemplo, a palavra-chave “ovo” também bloqueará janelas cujos títulos tenham as palavras “novo” ou “povo”, entre outras…

Como bloquear TODOS os sites e liberar somente alguns endereços específicos

Imagine que em vez de ficar bloqueando site por site, você quer bloquear TODOS os sites e só liberar alguns poucos que não oferecem risco.
Para isso, vamos usar a Aba “Internet Explorer”. Como o nome da aba sugere, esse recurso funciona apenas para o Internet Explorer.
Marque a opção “Bloquear todos os sites no Internet Explorer, exceto os da lista abaixo”

Agora insira os sites que você quer liberar, por exemplo, se tiver filhos e quiser liberar o acesso ao site da Turma da Mônica, insira o endereço www.monica.com.br e confirme.

Atenção! Na aba “Sites e Programas” o bloqueio é pelo título da janela, mas aqui a palavra chave para liberação é comparada no campo de ENDEREÇO do Internet Explorer, ok?

Bem, você deixou tudo configurado para o Internet Explorer, mas e se acessarem pelo Firefox? Simples, crie uma regra, na aba “Sites e Programas” bloqueando “Firefox”.

É isso. Para os leitores com dúvidas mais técnicas, sugiro entrar em contato diretamente com o suporte da Quartzo no site http://quartzo.com/chat.

Mas para saber mais, e por nossa conta, visite este site e faça o teste para saber se você está atento aos fraudadores:
E depois também veja Segurança na Compra On Line:
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Aline Carvalhal Da redação

Grandes roubos, ousadas intervenções em webpages oficiais, recentes divulgações de informações sigilosas. Tudo isso aliado a filmes de ficção científica com roteiros incríveis criou um tremendo mito em torno dos inimigos da navegação segura na web: os conhecidos hackers. Cada ação hacker contra uma grande empresa parece distanciá-los das “pessoas comuns” criando a errônea ideia de que eles não podem afetar sua vida diária.

Acredite, eles podem não só afetar como também acabar com ela. O site Cracked.com fez a lista das “8 coisas que você nunca acreditaria que os hackers pudessem fazer” e o TechTudo disponibiliza para você.

8 - Explodir suas partes íntimas (ou quase isso)

explodir suas genitais (Foto: Reprodução)

 

É verdade. Achamos que sabemos do que os hackers são capazes: roubar informações pessoais, travar nosso computador, andar de patins e sair com a Angelina Jolie. Mas os hackers de hoje finalmente passaram do limite e precisam ser destruídos. O motivo? Estão tentando destruir suas partes íntimas. Ou quase isso.

Os novos MacBooks contêm baterias com pequenos chips instalados. É uma adição discreta que a Apple não achou que fosse necessário proteger, o que com certeza atraiu a atenção de hackers por toda parte. É tudo muito técnico, mas simplificando o processo: o software usa uma senha padrão, que é a mesma em qualquer MacBook. Revertendo a mecânica do firmware, hackers podem tornar sua bateria inútil ou injetar um malware no sistema através do chip ( e você nem poderia limpar seu disco ou formatar o sistema para se livrar dele, pois provavelmente não pensaria em procurar o vírus na sua bateria).

Ou, se eles estiverem em um dia ruim, podem apenas superaquecer a bateria do seu laptop (assim chamado porque foi desenvolvido para ser usado no colo – lap, do inglês – muito próximo de uma outra coisa…) até o ponto dele pegar fogo ou até explodir.

7 – Controlar o freio do seu carro

Controlar o freio do seu carro (Foto: Reprodução)

 

Especialistas em segurança da Universidade de Washington e da Universidade da California mostraram que os novos carros com computador de bordo correm grande risco de serem hackeados.

Os cientistas foram capazes de controlar dois veículos e operar mais de uma dezena de funções enquanto os carros estavam em movimento, entre elas o freio seletivo de cada uma das rodas e até desligar o o motor completamente. O mais assustador é que uma vez que eles conseguiam controlar os carros, as ações do motoristas eram totalmente ignoradas: os pedais, rodas e botões não respondiam mais. Eles também foram capazes de lançar um “ataque composto” no qual o software malicioso que invadiu o sistema do carro era apagado após a batida, eliminando qualquer evidência de sabotagem.

Os experts estão prevendo que o futuro do roubo de carros será um empreendimento compartilhado, com hackers vendendo seus serviços para ladrões, fornecendo a localização GPS do carro, destrancando a porta e dando a partida remotamente para que eles dirijam.

Possíveis pontos de entrada de um hacker no sistema de um carro são: por meio de Bluetooth, rede celular, monitor de pressão dos pneus e até por arquivos de música. Sim, a próxima canção que você baixar pode ser a última se o vírus errado estiver nela.

6 – Controlar uma usina nuclear

Controlar uma usina nuclear (Foto: Reprodução)

 

Quando Scott Lunsford, um pesquisador do Sistema de Segurança de Internet da IBM, disse aos donos de uma usina nuclear americana que ele podia hackear o sistema através da internet, eles riram na cara dele. Disseram que ele não poderia fazer aquilo; que era “impossível”. Então, eles foram procurar a palavra “altivez” no dicionário enquanto Lunsford hackeou todo o sistema. A equipe dele levou menos de um dia para se infiltrar e menos de uma semana para ter controle total sobre a usina. Lunsford disse que foi “um dos testes de invasão mais fáceis” que ele já havia feito.

Mesmo não tendo causado uma fusão ou algo parecido, Lunsford ainda está convencido de que se ele tivesse se empenhado, poderia ter feito um dano significativo no sistema. Só teria sido necessário “fechar uma válvula” para desligar a energia de uma cidade inteira. O sistema particular que Lunsford hackeou para ganhar acesso à usina é chamado de SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition) e a má notícia é que esse sistema é responsável pela maioria da infraestrutura norte-americana. SCADA controla coisas como filtração de água a linhas de metrô da nação inteira e sua segurança fica mais fraca a cada dia devido ao crescimento da conectividade na internet. Lunsford imagina uma variedade de possibilidades catastróficas se os cyberterroristas aprenderem a invadir o sistema SCADA, como ele fez.

5 - Usar seu computador como um “espelho dupla-face”

Usar seu computador como um "espelho dupla-face" (Foto: Reprodução)

 

Estranho é que se você está lendo isso, provavelmente tem uma webcam apontada para você agora mesmo e – não olhe! Relaxe, ok? Aja naturalmente…

Provavelmente, não tem ninguém te olhando. Nós sabemos que até os mais entediados hackers têm coisas melhores para fazer do que assistir alguém jogar Call of Duty. Mas se um hacker quiser controlar sua webcam para te espionar, isso é bastante factível. Na verdade, indevidamente ou inteiramente inseguras webcams têm sites inteiros direcionados a elas (aqui vai um site inteiro de webcams controláveis).

Desenvolvedores de webcam estão a par do problema. Companhias como a Logitech já estão adequando suas webcams com escudos de privacidade para proteger os usuários contra acesso indesejado. E que motivo levaria a esse tipo de invasão de privacidade? Existem poucas razões para se hackear uma webcam pessoal além de espionar uma mulher trocando de roupa… e é isso que acontece na maioria dos casos.

Então, se você é uma mulher atraente lendo isso e está preocupada com sua privacidade, repare na luz na sua webcam para ver se está ativa.

4 - Chuva de dinheiro no caixa eletrônico

Chuva de dinheiro no caixa eletrônico (Foto: Reprodução)

 

Lembra da cena de “dinheiro fácil” em Exterminador do Futuro 2, quando John Connor e seu amigo hackeiam um caixa eletrônico com um computador Atari portátil? Bem… Isso não foi ficção. Diferentemente da maioria das empresas, os desenvolvedores de caixas eletrônicos não foram muito hackeados na última década, então, suas medidas de segurança são levemente ultrapassadas.

Na Black Hat, uma conferencia de segurança técnica, do ano passado, Barnaby Jack, o diretor de pesquisa em segurança da IOActive Labs, quis demonstrar o quão fácil era hackear um par de caixas automáticos. E ele não precisou abrir a máquina nem fazer uma retirada. Fez tudo remotamente, usando apenas um laptop e um programa chamado Jackpot. Quando terminou, uma musiquinha tocou em seus autofalantes, a palavra “jackpot” brilhou na tela, e os caixas começaram a cuspir notas por todos os lados, enquanto Barnaby batia os calcanhares.

#3 – Destruir a rede elétrica nacional

Destruir a rede elétrica nacional (Foto: Reprodução)

 

Em 2020, o Reino Unido quer ter um medidor inteligente em cada lar para medir o consumo de gás e eletricidade. Os equipamentos mandam informação em tempo real diretamente para companhias por uma conexão com a internet. Ao mesmo tempo, fornecem aos clientes atualizações da conservação de energia e simultaneamente ajudam a controlar a demanda nacional com mais eficiencia. O medidor soa como algo muito plausível para nós que trabalhamos duro, mas onde nós vemos apenas uma pequena caixa de luz que nos fornece energia, um hacker enxerga um monte de circuitos com mínima segurança que controlam todo um país.

Mundialmente, já existem 40 milhões desses medidores em uso, muitas dessas redes operam nos EUA. Outra equipe da IOActive desenvolveu um worm para usar nas falhas de segurança do sistema. Com o worm, fizeram exatamente o que já haviam avisado, e com sucesso, controlaram uma rede elétrica americana. Mike Davis, um consultor senior da firma, emitiu essa declaração ameaçadora: “Nós podemos desligar centenas de milhares de lares potencialmente ao mesmo tempo”. Ele não anexou a declaração à uma lista de exigências ou algo do tipo, mas supomos que isso causou um certo incomodo às pessoas.

2 - Parar seu coração

Parar seu coração (Foto: Reprodução)

 

Hoje em dia, tudo desde o seu carro até seu liquidificador está sendo melhorado com um chip de computador. Implantes médicos como marcapassos não são exceção. Já que eles precisam ser atualizados remotamente mesmo (caso contrário toda manutenção envolveria uma cirurgia maior), eles possuem uma limitada conectividade externa que permite aos médicos acessarem seu histórico médico, seu nome e endereço, nome do seu doutor e o endereço dele. Ah, e um hacker experiente pode acessar tudo isso, também.

Isso mesmo. Eles podem hackear seu coração.

E nem precisamos dizer: Obviamente eles podem pará-lo remotamente enquanto estiverem lá.

Em algum aparelhos, como um defibrilador implantado – que reanima o coração caso ele pare – hackers podem remotamente desligar o sistema e esperar você morrer ou, se eles não tiverem o dia todo, colocar no modo teste – onde o marca-passo da choques fatais repetidamente até quando ele já está batendo bem.

Implantes de diabete como ampolas de insulina provaram ser outro risco: quando hackers ganham acesso a esse sistema, podem bagunçar os níveis injetados no corpo, o que, de novo, pode ter consequencias fatais. Jay Radcliffe descobriu esse hack quando ele estava brincando com seu próprio equipamento para diabete.  Primeiro ele achou que era “muito legal” em alguns minutos, ter acesso a computadores dentro do próprio corpo. Então ele percebeu que qualquer adolescente entediado com a técnica certa poderia ter total domínio sobre sua vida ou morte.

1 - Te ver nu

Te ver pelado (Foto: Reprodução)

 

Sabe esses scanners de corpo inteiro que existem nos aeroportos agora? Eles são essencialmente robôs que te striptizam sob seu consentimento, vendo através de suas roupas para saber se você está escondendo uma arma ou uma tatuagem embaraçosa. Mais perturbador do que o simples fato de que essas imagens existem é a facilidade como esses equipamentos de raio-x podem ser hackeados. Os hackers podem assumir o controle de um computador de aeroporto estando a centenas de milhas de distância e podem fazer o download dessas imagens sem piscar, provavelmente dando o pontapé inicial para um novo fetiche fantasma metade-transparente (e o fetiche na internet já está em niveis críticos de saturação).

As imagens que esses sistemas capturam deveriam ser deletadas imediatamente depois que a segurança as vê, mas esse não é sempre o caso. No ano passado, as fotos em um tipo de scanner mais antigo (imagens com um menor aspecto de nudez) vazaram, e futuras violações de privacidade como essa são consideradas bastante possíveis.

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Coisas e macetes da internet
segunda-feira, outubro 03rd, 2011 | Author:

Há vários anos eu criei uma lista de instruções, orientações e dicas, sobre esta coisa chamada internet, que todo mundo saiu retransmitindo e circula até hoje, inclusive com algumas pessoas melhorando, incrementando e atualizando, e outras, também, dizendo que é de sua autoria, o que não representa problema nenhum.
O importante é que foi muito útil e continua a ser útil a muita gente.
Hoje quero falar sobre outro problemão que muita gente enfrenta, mas fica sem saber o que fazer, para evitar: A proliferação de emails indesejáveis que chega à sua caixa postal.
Conforme sabemos, quando as coisas são de graça as pessoas têm a tendência de abusar.
Muita gente, quando chega a uma churrascaria rodízio, sabendo que comendo pouco ou comendo muito vai pagar a mesma coisa, termina enchendo o rabo de comida, mesmo sem ter vontade, apenas para aproveitar bem daquele momento. Quando chegam em casa fica passando mal, mas o que quer é aproveitar da situação e encher o bucho.
Na internet não é diferente. Já que eu pago uma taxa mensal para ter internet e tanto faz eu mandar muitos como poucos emails, eu vou entupir as caixas postais das pessoas de emails, vou entupir os orkuts dos outros, vou fazer tudo o que tenho “direito”, é o que muita gente acha.
Isto acontece muito. Há pessoas que lhe mandam dez, vinte e até mais e-mails POR DIAAAAAA; colocam cinco, dez, vinte ou mais mensagens “bonitinhas” em seu Orkut, por dia.
É receber uma mensagem, que acha “lindaaaaaa”, haja sair retransmitindo pra todo mundo, como se ninguém tivesse já recebido aquela mesma mensagem.
Não se tratam de pessoas bandidas, obviamente; tratam-se de pessoas nem sempre providas de bom senso, que terminam se tornando inconvenientes, embora a intenção seja a de agradar e acham sempre que estão agradando.
Mas, nessa onda, os bandidos e doentes do espírito da internet, aqueles que têm prazer em prejudicar as pessoas, até mesmos as que não conhece, aproveitam para mandar os seus vírus, mensagens maliciosas que terminam prejudicando o computador dos outros.
Na mesma onda, aproveitam-se aqueles frustrados, recalcados, invejosos e portadores de doenças psíquicas para mandar as difamações, calúnias, disposição de destruir imagens e prejudicar os outros, como as famosas campanhas que fazem contra o “Criança Esperança”, da Globo, e coisas parecidas.
O que muita gente pergunta é:
O que eu devo fazer para não receber as mensagens que eu não quero receber?

Primeira orientação:
Ficar com raiva da pessoa, mandar email para ela xingando e dizer que não adianta ela lhe mandar mensagens, que você vai apagar tudo e jogar no lixo, não resolve absolutamente nada, porque ela vai continuar mandando, vai continuar entupindo a sua caixa postal, vai continuar gerando tráfego na internet e você vai continuar a ter o trabalho diário de excluir.
Raiva nunca resolveu nada, em lugar nenhum do mundo.
O ideal é você mandar uma mensagem para a pessoa que está lhe enviando os emails em quantidade e pedir para que ela não envie mais, que você não tem tempo para ler ou mesmo que não lhe interessa aquele tipo de assunto que ela lhe manda. Peça para retirar o seu email da lista dela.
Pronto. Muita gente é séria, compreende essa situação e faz isto na hora, sem se aborrecer e sem problema nenhum.
Eu mesmo, que tenho uma lista de emails gigantesca, constituída apenas por pessoas que pediram para constar os seus emails aqui, já que, jamais, coloco email de gente que não pede, porque não suporto ser inconveniente para ninguém, sempre estou colocando em todas as minhas mensagens o aviso: “Se você não deseja receber os meus emails, avise que eu retiro no hora”. De vez em quando recebo alguns pedidos para retirar e nem pergunto porquê, já que não tenho este direito. Tenho que respeitar e retirar, já, o email da pessoa.
Mas tem gente, que parece que tem prazer em ter um número cada vez maior de pessoas em sua lista, não retira e insiste em mandar.

O que fazer, num caso deste?

Existem duas maneiras: No programa que você utiliza, instalado aí no seu computador, seja ele o Outlook, o Outlook Express, o Thunderbird, Eudora, Incredmail ou qualquer outro, sempre existe a opção de BLOQUEAR EMAILS ou Bloquear Remetente. Você vai lá, bloqueia um determinado email de uma pessoa e ele não vai aparecer mais para você, aí no seu computador.
Só que, quando você faz apenas isto, os e-mails vão continuar sendo enviados, chegam até a sua caixa postal no seu provedor, vão entupir a sua caixa postal e vão ser trafegados do seu provedor até o seu computador.
Continuará a gerar um tráfego grande, vai ficar lento quando você baixar, todo dia, porque aquele lixo estará vindo normalmente e vai ser bloqueado, apenas depois que entrar em seu computador.
A melhor opção é você bloquear o email do inconveniente no Webmail do seu provedor, porque ele irá para o lixo lá mesmo, assim que chega, sem entupir a sua caixa e sem trafegar até a sua máquina.
É importante que todo mundo saiba disto.
Existe o programa que você recebe e manda emails, que fica instalado em seu computador, no caso aqueles da relação que eu coloquei acima, e existe também o programa que você acessa pelo próprio site, onde vê os emails lá, deleta e-mail lá e manda emails por lá, sem precisar baixar para o seu computador.
O que precisa saber é como identificar o FILTRO DE EMAILS do programa do seu provedor, no caso o Webmail. Todos eles têm isto, pode procurar.
Como são esses filtros?
Você vai aplicar regras pessoais suas lá, porque o programa permite isto.
Por exemplo: Se existe uma pessoa, extremamente chata, que se chama Gerimundo Bastos Ferreira, que lhe enche a paciência com vários emails todo dia, você vai aplicar uma regra que terá um nome:
Nome: Gerimundo.
Condição: “Se no remetente” conter a palavra “Gerimundo”, tome a providência de jogar “para a lixeira” imediatamente, ou seja, exclua logo.
Com um nome “Gerimundo” é suficiente fazer isto, porque será muita zebra você ter mais de uma pessoa com esse nome horroroso, mas se for “Raimundo”, por exemplo, você não pode colocar somente “Raimundo” senão ele vai excluir os emails de todos os Raimundos que são seus amigos, inclusive os que lhe mandam mensagens úteis.
Neste caso, a regra terá que ser feita assim:
Condição: “Se no remetente” contem a palavra “Raimundo”, e também conter a palavra “Bastos”, e também conter a palavra “Ferreira”, elimine e jogue para a lixeira.
Aí sim, estará completa a regra e vai eliminar somente o “Raimundo Bastos Ferreira” que é a pessoa que está lhe enchendo a paciência.
Você poderá criar várias regras, dentro das condições que você quer.
Há regras que você coloca condição dentro do ASSUNTO.
Por exemplo: Se no “assunto” contem a palavra “promoção”, “plano de saúde” ou qualquer outra, você manda enviar para o lixo.
Um exemplo que coloco sempre é:
Se no “remetente” contem a palavra “Bradesco”, ou “Itaú”, ou “Santander”, ou… de qualquer banco, eu já mando para o lixo, porque já sei que é vírus. Eu só deixaria livre o banco onde tenho conta, se a gerência confirmar que ele, de fato, costuma mandar emails para os seus clientes, porque normalmente bancos não se comunicam com clientes por email, só muito raramente.
“Receita Federal”, “Tribunal Eleitoral”, “Polícia Federal”… tudo isto é conversa fiada, pode botar no seu filtro, porque nenhum desses órgãos comunicam por email com as pessoas.
Não quero dizer, com isto, que todas as pessoas que nos mandam emails, talvez até diariamente, sejam inconvenientes e que nenhum presta. Muito pelo contrário, tem gente que sempre nos manda emails interessantes, com informações úteis, coisas que nos servem e que até agradecemos pela gentileza da informação. Mas são casos raros. É claro que estes a gente quer preservar, deve preservar e não tem a ver com o que sugiro aqui.

A internet maluca que bloqueia o que é bom

É impressionante, mas na administração do sistema de tráfego de internet acontece também um elevado nível de burrice de analistas e programadores que, visando proteger a rede do tráfego de mensagens indesejáveis para as pessoas, os famosos SPAMs, terminam atirando em mosquitos com balas que matariam elefantes.
O nível de burrice é tão grande, que termina permitindo que os verdadeiros lixos cheguem em suas casas, enquanto os emails que, para você, são úteis ficam bloqueados, como se fossem SPAM.
Eu mesmo recebo muitos emails de amigos queridos que me dizem:
- “Alamar, você ficou com raiva de mim? Eu sempre recebi os seus emails, adoro os seus emails, mas nunca mais os recebi”.
Em princípio eu nunca retiro email de ninguém da minha lista (a não ser que a pessoa peça) e muito menos me deixo levar por raivas. O email para qual eu enviava mensagens há cinco anos ou mais, continuo enviando, do mesmo jeito, hoje. A não ser que a pessoa não use mais aquele e tenha trocado. Aí ela precisa atualizar.
O que acontece é que o idiota do seu provedor, aleatoriamente, passou a entender que “alamar”, ou “joão”, é um email que não deve ser enviado para você e as mensagens terminam indo direto para a sua lixeira ou a sua pasta de SPAM, sem que você tivesse dado ordens para isto. É sempre bom olhar na sua lixeira ou na sua pasta de SPAM se não tem mensagens de pessoas que você gosta, por lá. Mas não é só do “alamar” não, são vários outros que possam lhe ser interessantes, mas não chegam, por conta dessa “inteligência” instalada no universo da informática.
Procure dar uma olhada e observe. Se tiver acontecendo isto, tem como reconfigurar, dizendo para o seu provedor que você quer receber os emails de fulano ou de cicrano e não admite que eles sejam considerados como SPAM. Eles serão obrigados a lhe atender. Se não atender, PROCON ou Juizado de Pequenas Causas neles.

Carinhosamente

Alamar Régis Carvalho
www.alamarregis.com

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Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/pesquisa-mostra-80-dos-brasileiros-foram-v%C3%ADtimas-crimes-185300075.html

Pesquisa divulgada hoje pela fabricante de antivírus Norton mostrou 80% dos brasileiros adultos dizem terem sido vítimas de crime cibernético neste ano — volume acima da média mundial de 69%. Segundo o estudo, no ano passado os crimes virtuais representaram um custo de US$ 63,3 bilhões para o país, o equivalente a 16,3% do prejuízo mundial, medido em 24 países, que foi de US$ 388 bilhões.

Dentre os entrevstados brasileiros, 9% já foram alvo de algum cibercrime online. Essas pessoas disseram ter passado uma média de 11 dias para conseguir resolver seus problemas causados pelo crime virtual, como a recuperação dos dados e e-mails perdidos, contra uma média mundial de 10 dias.

Parte dessa maior incidência está ligada ao baixo uso de sistemas de segurança na internet. Segundo a pesquisa, 69% dos usuários disseram não usar softwares atualizados de segurança, contra uma média global de 41%. Por dia, 77mil brasileiros são vítimas de crimes virtual, de acordo com a pesquisa.

– Para que a incidência desse tipo de crime caia, deve haver uma mudança de comportamento do usuário — disse Adam Palmer, consultor chefe de Cibersegurança da Norton.

Segundo Palmer, os dados do Brasil se assemelham ao resultado dos países emergentes que também apresentaram um rápido crescimento da sua base de usuários de internet nos últimos anos, e que talvez ainda não tenham um conhecimento de como evitar ataques. Na China, por exemplo, 85% dos internautas adultos disseram ter sido vítimas de crimes virtuais, volume semelhantes ao de outros emergentes como África do Sul (84%), México (83%), Índia (80%) e Cingapura (80%).

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Como evitar Trojans Vírus Spam e Gafe na Internet
quinta-feira, setembro 15th, 2011 | Author:

PARTE 01

Enteda as diferenças entre vírus, trojans, spywares e outros

Nem todos os arquivos que prejudicam seu PC são vírus.

Quem usa um computador — ainda mais com acesso à internet — ouve diariamente as palavras vírus, trojan, spyware, adware e, de vez em quando, a palavra malware. É comum pensarmos que, de uma maneira geral, todos são vírus e perigosos para o computador.

Em parte, esta afirmação é verdadeira: de fato, todos eles podem nos prejudicar de alguma maneira. No entanto, eles não são todos vírus nem iguais. Eles são todos malwares, isso sim.

Malware

Malware é a combinação das palavras inglesas malicious e software, ou seja, programa maliciosos. São programas e comandos feitos para diferentes propósitos: apenas infiltrar um computador ou sistema, causar danos e apagar dados, roubar informações, divulgar serviços, etc.

Obviamente que quase 100% desses malwares entram em ação sem que o usuário do computador perceba. Em suma, malware é a palavra que engloba programas perigosos, invasivos e mal intencionados que podem atingir um computador. O primeiro erro dos usuários é este: desconhecendo o termo malware, categorizar tudo como vírus.

Os malwares se dividem em outras categorias, e provavelmente vão continuar se dividindo à medida que malfeitores descobrirem e inventarem novas maneiras de ataques a computadores. Essas categorias incluem vírus, worms, trojans, rootkits, spywares, adwares e outros menos conhecidos. Vejamos um por um.

Vírus

O termo vírus foi aplicado por causa da reprodução desses arquivos.

Não é à toa que a palavra vírus é a que mais circula quando o assunto é perigos de computador. Afinal, os vírus são os programas mais utilizados para causar danos, roubar informações, etc.

Os vírus se diferenciam dos outros malwares por sua capacidade de infectar um sistema, fazer cópias de si mesmo e tentar se espalhar para outros computadores, da mesma maneira que um vírus biológico faz.

Vírus são típicos de arquivos anexos de emails. Isso acontece porque quase sempre é necessário que um vírus seja acionado através de uma ação do usuário.

Um dos vírus mais perigosos já registrados foi o “ILOVEYOU”, uma carta de amor que se espalhou por email e é considerada responsável pela perda de mais de cinco bilhões de dólares em diversas empresas.

Worms

Esses vermes não são inofensivos.

Um worm (verme, em ingles) de computador é um programa malicioso que se utiliza de uma rede para se espalhar por vários computadores sem que nenhum usuário interfira neste processo (aí está a diferença entre vírus e worm).

Os worms são perigosos pois podem ser disparados, aplicados e espalhados em um processo totalmente automático e não precisar se anexar a nenhum arquivo para isso. Enquanto vírus buscam modificar e corromper arquivos, os worms, costumam consumir banda de uma rede.

Trojan

Tome cuidado com este

Trojan, forma abreviada de Trojan Horse (cavalo de tróia, em português), é um conjunto de funções desenvolvido para executar ações indesejadas e escondidas. Pode ser, por exemplo, um arquivo que você baixou como um protetor de telas, mas, depois da instalação, diversos outros programas ou comandos também foram executados.

Isso significa que nem todo trojan prejudica um computador, pois, em alguns casos, ele apenas instala componentes dos quais não temos conhecimento, forçadamente.

Daí a relação com o cavalo de tróia, historicamente falando. Você recebe um conteúdo que acha ser uma coisa, mas ele se desenrola em outras coisas que você não esperava ou não foi alertado.

Rootkits

Os rootkits englobam alguns dos mais escabrosos malwares já conhecidos. Isso porque estes programas miram simplesmente o controle de um sistema operacional sem o consentimento do usuário e sem serem detectados.

O grande mérito do rootkit é sua capacidade de se esconder de quase todos os programas antivírus através de um avançado código de programação. Mesmo que um arquivo rootkit seja encontrado, em alguns casos ele consegue impedir que você o delete. Em resumo, os rootkits são a maneira mais eficiente para invadir um sistema sem ser pego.

Spywares

Spy, em inglês, significa espião, e foi com essa característica que os spywares surgiram. No começo, os spywares monitoravam páginas visitadas e outros hábitos de navegação para informar os autores. De posse dessas informações, tais autores podiam atingir os usuários com mais eficiência em propagandas, por exemplo.

Porém, com o tempo, os spywares também foram utilizados para roubo de informações pessoais (como logins e senhas) e também para a modificação de configurações do computador (como página home do seu navegador).

Os spywares viraram alvo de programas específicos.

Hoje, os spywares ganharam atenção especial de diversas empresas que desenvolveram programas específicos para acabar com este tipo de malware.

Adware

O último malware dessa lista geralmente não prejudica seu computador, mas te enche o saco, com certeza. Adwares são programas que exibem, executam ou baixam anúncios e propagandas automaticamente e sem que o usuário possa interferir.

Adwares são mais chatos do que perigosos.

Geralmente, ícones indesejados são colocados em sua área de trabalho ou no menu Iniciar para que você acesse o serviço desejado.

Hoje, os adwares são considerados como uma categoria de software, diferenciando-se de freewares (programas gratuitos) e demos ou trials (programas para testar), uma vez que eles têm a intenção de divulgação, e não de prejudicar um computador.

 

PARTE 02

Para entender melhor esta parte, você deve baixar nosso slide do Power Point e visualizá-lo antes. Baixe o slide clicando aqui.

Como entender melhor o uso de correios eletrônicos e-mail.
Toda vez que alguém te enviar um e-mail sujo, expondo seu endereço, se você ficar sem jeito de pedir para não fazer mais isto, envie o slide anexo de volta para ela.

Salve-o em local de fácil acesso em seu HD, e se a pessoa não aprender, continue enviando, enviando e enviando, até que um dia ela lhe questione o porquê de você enviar o mesmo slide todas as vezes. Então você explicará que ela está cometendo uma gafe, mas de forma gentil. Se puder renomeie o slide toda vez que enviar, assim surpreenderá a pessoa que não se manca.

Dalton – professor de informática que ensina o correto a seus alunos da terceira idade que não desculpas para aprenderem a fazer o correto. www.websitearte.com

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Em 1990, quando o Código de Defesa do Consumidor (CDC) foi criado, o e-Commerce ainda não existia e muito menos podia ser previsto, por este motivo óbvio, até hoje não possui regras específicas em relação aos direitos dos consumidores.

 

Em Julho de 2010 durante a 65ª Reunião do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor – DPDC, foi realizada no Rio de Janeiro, uma primeira tentativa de normatizar o setor. O documento chamado de “Desafios da Sociedade da Informação: comércio eletrônico e proteção…”, foi organizado através de uma oficina da Escola Nacional de Defesa do Consumidor vinculada ao Ministério da Justiça, e teve como um dos objetivos principais assegurar aos consumidores do comércio eletrônico uma proteção transparente, eficaz e, no mínimo, equivalente àquela garantida nas demais formas de comércio tradicional. Segundo a secretária de Direito Econômico, do Ministério da Justiça, Dra. Mariana Tavares, este documento não se trata de uma norma nova, mas de uma interpretação do Código de Defesa do Consumidor para o comércio eletrônico. – O princípio central do código é justamente a vulnerabilidade do consumidor e essa vulnerabilidade se agrava no comércio eletrônico onde ele não está (em contato) diretamente com o fornecedor – destaca Mariana

 

Agora é a vez de rever a regulamentação do comércio eletrônico através da adequação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Algumas das mudanças que mais chamam a atenção é a consideração do envio de spam como um recurso de uso abusivo e que poderá passar a sofrer sanções administrativas, a proibição de publicidades que levam o comprador ao superendividamento, como anúncios de venda “sem juros” ou com “taxa zero de juros” em financiamentos, mais informação e transparência sobre crédito consignado, direito de arrependimento, entre outros aspectos ralacionados a financiamentos e vendas a prazo. O novo CDC também prevê a facilitação dos mecanismos conciliatórios para o consumidor honrar suas dívidas, assunto que não foi considerado pelo código à época de sua criação.

 

Para esta atualização do CDC, vários setores da sociedade, incluindo prestadores de serviços, órgãos de defesa do consumidor, juízes, defensores públicos e os próprios consumidores em capitais como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Cuiabá, Porto Alegre e Recife participaram das discussões para elaboração do novo texto. Antes de encerrar o texto do novo código, ainda estão previstas audiências públicas em Salvador, no próximo dia 23, e em São Paulo no dia 30.

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