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Como colocar um tocador de MP3 em seu blog ou site
sábado, outubro 15th, 2011 | Author:

Vou ensinar uma forma bem fácil de colocar um tocador de MP3 no seu site ou ate mesmo seu blog , você pode selecionar um lista de músicas e permitir que os visitantes do seu blog escutem através de uma aplicação em flash. Basta gerar os códigos, copiar e colocar na sua página. Siga o tutorial abaixo:

1.Entre neste site http://www.profilepitstop.com/mp3_players/

2.Escolha o modelo visual do tocador. Você encontrará uma figura de fita cassete, um walkman, um player de mp3 e um tocador simples que exibe a lista com o nome das músicas. Clique no botão “CREATE”.

3. Na opção “AUTOSTART” você pode definir se o tocador vai entrar em ação assim que o visitante entrar no seu site ou se ele só tocará a música caso o visitante clique no tocador.

4. Na parte inferior da página você verá diversos campos onde você deve colocar o link onde está a música MP3 que será tocada. No site www.espew.com você tem uma busca onde poderá encontrar mais de 19 milhões de músicas MP3. Faça a busca e copie o link do arquivo mp3. Coloque o links nos campos abaixo do texto “Enter the URLs…”. Coloque o nome da música nos campos “Enter the Titles…”

5. Clique no botão “Add to playlist” para adicionar as músicas na lista ou clique em “Preview Changes In Your MP3 Player” para ver como ficou.

6. Clique no botão “take me to next step”. Se você deseja se cadastrar no serviço preencha o formulário logo abaixo do texto “New user? Sign up here”. Você precisa se cadastrar para usar o serviço (gratuito). Lembre-se de digitar o código que aparece nessa figura no campo logo abaixo do texto “Enter the code as it appears in the above image”. Clique em “Add user”. Se não desejar se cadastrar clique no botão “Skip signup step”.

7. Agora copie os códigos e cole na sua página.

Abraços.

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Formatos de Vídeos
sexta-feira, outubro 14th, 2011 | Author:
Formatos de vídeosExistem vários formatos de arquivos de vídeos. Apesar de terem a mesma finalidade, estas extensões têm características diferentes. Veja o tutorial abaixo com descrição de cada formato de vídeo.

AVI
Áudio Vídeo Interleave. Formato de vídeo mais usado em PCs com o Windows. Ele define como o vídeo e o áudio está junto um ao outro, sem especificar um codec.

ASF
Advanced Streaming Format. Esta é a resposta da Microsoft à Real Media e a qualquer tipo de media streaming.

CAM
O CAM é um “rip” feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costuma ser muito ruins, mas às vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixo ruído será ouvido.

CVD
O CVD é uma combinação dos formatos VCD e SVCD, e é suportado geralmente por uma maioria de players de DVD. Suporta as bit-rates MPEG2 de SVCD, mas o uso de uma definição de 352×480(ntsc) como a definição horizontal são geralmente mais menos importantes. Atualmente nenhum grupo libera produtos no formato CVD.

DivX Reenc
Um DivX re-enc é um filme que foi retirado do VCD e reencodado num pequeno arquivo DivX. Normalmente são encontrados nos compartilhadores, e são renomeados como Filme. Nome.Grupo(1of2). Grupos famosos são SMR e TMD. Esse formato não vale o download, a menos que você esteja incerto sobre um filme e quer apenas uma versão de 300MB.

DC (director’s cut)
Versão do diretor.

DVDRip
Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente. DVDrips são lançados em SVCD e DivX/XviD.

KDVD
Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720×480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352×480 no mesmo DVD.

KVCD e KSVCD
KVCD é uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existem especificações que geram vídeos de 528×480 (NTSC) e 528×576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando uma resolução 352×240 (NTSC) ou 352×288 (PAL), é possível “encodar” vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.

MPEG
É a abreviação de Motion Picture Expert Group e é a fonte de pesquisa para formatos de vídeo em geral. Este grupo define padrões em vídeo digital, estão entre eles o padrão MPEG1 (usado nos VCDs), o padrão MPEG2 (usado em DVDs e SVCDS), o padrão MPEG4 e vários padrões de áudio – entre eles MP3 e AAC. Arquivos contendo vídeo MPEG-1 ou MPEG-2 podem usar tanto .mpg quanto .mpeg na extensão.

NTSC / PAL
NTSC e o PAL são os dois padrões principais usados através do mundo. NTSC tem um frame mais elevado do que o PAL (29fps comparado a 25fps), mas o PAL tem uma definição de melhor qualidade. Os dois tipos de padrões podem ter variações, sendo que no Brasil usa-se o padrão PAL-M e nos EUA o NTSC, para TVs, vídeos-cassete, DVDs.

MOV
Formato criado pela Apple para o Quicktime, o seu programa de multimídia – também disponível para Windows.

OGM
Pode ser usado a uma alternativa ao .avi e pode conter Ogg Vorbis, MP3 e AC3 áudio, todos os formatos de vídeo, informação por capítulos e legendas.

PDTV/HDTV
Os PDTV são capturados de uma TV com cartão PCI DIGITAL, normalmente gerando os melhores resultados. Muitas vezes vemos o rip rotulado como HDTV também, mas as diferenças entre esses dois termos são apenas técnicas. Os grupos costumam lançar em SVCD, apesar de rips em VCD/SVCD/DivX/XviD serem aceitos nos rips de TV.

RM/RA/RMVB
É o formato proprietário da Real Networks, uma das principais adversárias da Microsoft no segmento de multimídia online.

R5
R5 se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir com a pirataria, à indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são transferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Às vezes os DVDs R5 são lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de outra fonte. “Nesse caso o release possui a descrição “.LINE” para distinguir daqueles que possuem o áudio do original. A qualidade da imagem de um R5 geralmente pode ser comparada com um DVD screener. No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus Releases de “.R5″ e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo.

TELESYNC (TS)
Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.

TELECINE (TC)
Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme.

TVRip
Episódios de TV que são de redes (capturados usando cabos digitais/satélite) ou de “PRE-AIR”, que usam as fontes de satélites que mandam o programa pelas redes com alguns dias de antecedências.

VCD
É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352×240 (NTSC). VCD’s são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD’s e SVCD’s são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.

XVCD / XSVCD
Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de melhores taxas, muito mas elevadas. Muito difícil de encontrar.

Créditos: http://acervobrasil.blogspot.com/2009/03/formatos-de-videos.html
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Piada “Verdadeiro Internauta”
quinta-feira, outubro 06th, 2011 | Author:

“Verdadeiro Internauta”

Não acorda, dá boot.
Não tem memória, tem HD de 10.3 TB.
Não faz análise, dá um scandisk.
Não peca, comete exceções fatais.
Não rouba, executa operação ilegal.
Não pede ajuda, tecla F1.
Não esquece, deleta.
Não evolui, faz upgrade.
Quando toma sopa de letrinhas, escolhe a fonte.
Não freqüenta boteco, prefere ambiente Linux.
Não tem cérebro, tem gerenciador de dispositivos.
Não guarda rancor, faz backup das mágoas.
Não tem raízes, tem configurações regionais.
Não desmarca compromissos, remove programas.
Não faz implantes, adiciona novo hardware.
Não gosta de mulher conservadora, prefere as de configuração avançada.
Não gosta de prostitutas, prefere garotas de programa.
Não exagera, maximiza.
Quando está com gripe, toma antivírus.
Não socorre, salva.
Não tem motorista, tem driver

Não sei o autor, mas muito boa kkkkk!

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Proteja seu PC e Conta Bancária contra Hackers
quarta-feira, outubro 05th, 2011 | Author:

Para isto vamos fazer um Tutorial para o software Freeware InterApp Control e ensinar como configurá-lo.

Mesmo tendo um antivírus, você ainda corre o risco de pegar um vírus ou trojan bancário, ter suas senhas do internet banking capturadas e seu dinheiro roubado. Quer saber por quê?

Porque todos os dias novas variações de vírus e trojans são criados pelos hackers e conseguem passar pela detecção dos antivírus, até que eles sejam atualizados.

Que tal usar uma técnica fácil e grátis que complementa o antivírus, não depende de atualizações e ajuda a proteger seu computador e seu dinheiro?

Antes de mais nada, vamos relembrar como os hackers “pescam” suas vítimas na internet:

Sabe aqueles e-mails que circulam com poesias, declarações, slides, fotos ou vídeos?
Os hackers enviam e-mails desse tipo, tentando convencer você a clicar em um link.
E se você clicar no link, ao invés de ver fotos ou vídeos… vai baixar um trojan!

E é aqui que a coisa fica interessante. O Windows diferencia os tipos de arquivos pela “extensão”, aquelas 3 letras no final do nome do arquivo, depois do ponto. Veja alguns exemplos de extensões e tipos de arquivo que geralmente não oferecem risco:

  • jpg – imagens
  • wmv – vídeos
  • pps – slides
  • doc – textos
  • xls – planilhas
  • mp3 – músicas

A extensão “.exe” é usada para programas executáveis e é a mais crítica. Se você estiver baixando um programa de algum site, é normal que a extensão do arquivo seja “.exe”.

Porém, se você clicou no link de um e-mail para ver, por exemplo, o “vídeo da Maíra do BBB” e o navegador começa a baixar o arquivo “maira.exe” em vez de “maira.wmv”, pode ter certeza que é encrenca: trojan em vez de vídeo.

A parte boa é que a extensão “.exe” não disfarça sua natureza, ou seja, sempre que você ver um arquivo ou link com essa extensão você já sabe que deve tomar cuidado.

O perigo são os arquivos com extensões “camufladas”, ou seja, extensões aparentemente “inocentes”, que tem uma função oficial legítima mas que também podem conter programas executáveis. Por esse motivo, são muito usadas pelos hackers para disfarçar os trojans.

Existem várias extensões que podem conter programas, mas as mais usadas com o intuito de enganar os internautas são as seguintes:

  • scr – proteção de tela do windows
  • cpl – aplicação do painel de controle
  • cmd – arquivo de comandos
  • pif – arquivo de informação de programas
  • bat – arquivo de comandos do DOS

Note que diferentemente da extensão “.exe”, que é usada frequentemente em downloads de programas, se você encontrar links (principalmente em emails) apontando para arquivos com as extensões acima, é praticamente certeza que sejam vírus ou trojans.

Resumindo: para aumentar sua proteção contra trojans bancários você deve bloquear downloads de arquivos com as extensões SCR, CPL, CMD, PIF e BAT.

Chega de teoria, vamos colocar a mão na massa: como configurar o InterApp Control Freeware para bloquear o download de arquivos potencialmente perigosos? Não poderia ser mais fácil: adicione uma regra para cada extensão a ser bloqueada e pronto.

.scr .cpl .cmd .pif .bat

Com o InterApp Control configurado e ativado, entenda como o bloqueio funciona: no momento em que você clica em um link malicioso, o Internet Explorer abre uma janela com o progresso do download e o nome do arquivo sendo baixado no seu título.

No exemplo abaixo, tirado de um trojan real e ainda ativo quando este tutorial foi escrito, o título é 0% de albumPicasa.scr de www.tanoto-foundatio…

O InterApp Control compara cada uma das regras configuradas com o título da janela. Se encontra uma correspondência, imediatamente fecha a janela e o download é cancelado.

Simples, não? Como você viu, o InterApp Control faz muito mais do que apenas bloquear sites e programas, como Orkut e MSN. Neste exemplo, ele foi usado como ferramenta de proteção auxiliar contra vírus e trojans que chegam por e-mail para capturar senhas e roubar contas bancárias.

Com as configurações corretas, você pode evitar alterações na configuração do Windows, bloquear anexos, proteger pastas e arquivos, bloquear o uso da impressora e muito mais… Basta você criar regras que coincidam com o título da janela que você quer fechar.

Considerando a utilidade pública da aplicação desse tutorial, afinal, estamos falando de prevenir fraudes bancárias (um problema que pode dar dor de cabeça séria pra muita gente), eu convido você a reproduzir esse post no seu próprio blog, na íntegra ou parcialmente, com um link aqui pro Curiosando.

E se você tiver alguma dúvida ou alguma dica bacana, não guarde só pra você, compartilhe conosco nos comentários. Vamos contribuir para deixar a Internet um pouquinho mais segura para todos nós!

É isso. Para baixar o InterApp Control basta clicar no link abaixo:

http://quartzo.com/interapp

Parte1 – InterApp Básico

O conceito do InterApp Control é muito simples: ele é basicamente um “fechador” de janelas do Windows. Mas como isso funciona? Simples, você cria “regras de bloqueio” do tipo:

“Janelas com o texto ORKUT no título serão bloqueadas para o usuário RODRIGO entre 08:00 e 18:00″

E qualquer janela que coincida com essa regra é imediatamente bloqueada (fechada) ao ser aberta. Só isso!

Para criar uma regra de bloqueio, clique em Adicionar e defina:

  • A palavra-chave (uma parte do texto que aparece no título das janelas que você quer fechar)
  • O usuário do Windows que será “vítima” dessa regra (ou todos os usuários)
  • O intervalo de horário que deve ocorrer o bloqueio (ou todo o tempo)

Basta prestar atenção no campo que explica a regra e tudo fica muito claro.

Como bloquear sites:

Abra o site que você quer bloquear e veja o que aparece no título da janela do navegador:

Agora basta colocar uma palavra-chave correspondente, definir usuários e horários, se desejado, e clicar em OK. Se não deseja criar mais nenhuma regra, clique em “Ativar”. Feito.

Se alguém tentar acessar o Orkut, o navegador irá simplesmente fechar.

A vantagem do InterApp sobre bloqueios por IP ou endereço é que a palavra-chave “orkut” bloqueia não só o Orkut.com, mas quaisquer web proxies que tenham a palavra “orkut” no título da janela também.

Como Bloquear Programas:

Como no bloqueio de sites, ver o que aparece no título da janela do programa que se quer bloquear:

Como no exemplo do orkut, a palavra “messenger” bloqueia não só o MSN (atual Windows Live Messenger) como web messengers — que tenham a palavra “messenger” no título.

OBS.: cuidado com palavras-chave pouco específicas (muito curtas). Pode acabar por bloquear mais do que se pretendia…
Por exemplo, a palavra-chave “ovo” também bloqueará janelas cujos títulos tenham as palavras “novo” ou “povo”, entre outras…

Como bloquear TODOS os sites e liberar somente alguns endereços específicos

Imagine que em vez de ficar bloqueando site por site, você quer bloquear TODOS os sites e só liberar alguns poucos que não oferecem risco.
Para isso, vamos usar a Aba “Internet Explorer”. Como o nome da aba sugere, esse recurso funciona apenas para o Internet Explorer.
Marque a opção “Bloquear todos os sites no Internet Explorer, exceto os da lista abaixo”

Agora insira os sites que você quer liberar, por exemplo, se tiver filhos e quiser liberar o acesso ao site da Turma da Mônica, insira o endereço www.monica.com.br e confirme.

Atenção! Na aba “Sites e Programas” o bloqueio é pelo título da janela, mas aqui a palavra chave para liberação é comparada no campo de ENDEREÇO do Internet Explorer, ok?

Bem, você deixou tudo configurado para o Internet Explorer, mas e se acessarem pelo Firefox? Simples, crie uma regra, na aba “Sites e Programas” bloqueando “Firefox”.

É isso. Para os leitores com dúvidas mais técnicas, sugiro entrar em contato diretamente com o suporte da Quartzo no site http://quartzo.com/chat.

Mas para saber mais, e por nossa conta, visite este site e faça o teste para saber se você está atento aos fraudadores:
E depois também veja Segurança na Compra On Line:
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Aline Carvalhal Da redação

Grandes roubos, ousadas intervenções em webpages oficiais, recentes divulgações de informações sigilosas. Tudo isso aliado a filmes de ficção científica com roteiros incríveis criou um tremendo mito em torno dos inimigos da navegação segura na web: os conhecidos hackers. Cada ação hacker contra uma grande empresa parece distanciá-los das “pessoas comuns” criando a errônea ideia de que eles não podem afetar sua vida diária.

Acredite, eles podem não só afetar como também acabar com ela. O site Cracked.com fez a lista das “8 coisas que você nunca acreditaria que os hackers pudessem fazer” e o TechTudo disponibiliza para você.

8 - Explodir suas partes íntimas (ou quase isso)

explodir suas genitais (Foto: Reprodução)

 

É verdade. Achamos que sabemos do que os hackers são capazes: roubar informações pessoais, travar nosso computador, andar de patins e sair com a Angelina Jolie. Mas os hackers de hoje finalmente passaram do limite e precisam ser destruídos. O motivo? Estão tentando destruir suas partes íntimas. Ou quase isso.

Os novos MacBooks contêm baterias com pequenos chips instalados. É uma adição discreta que a Apple não achou que fosse necessário proteger, o que com certeza atraiu a atenção de hackers por toda parte. É tudo muito técnico, mas simplificando o processo: o software usa uma senha padrão, que é a mesma em qualquer MacBook. Revertendo a mecânica do firmware, hackers podem tornar sua bateria inútil ou injetar um malware no sistema através do chip ( e você nem poderia limpar seu disco ou formatar o sistema para se livrar dele, pois provavelmente não pensaria em procurar o vírus na sua bateria).

Ou, se eles estiverem em um dia ruim, podem apenas superaquecer a bateria do seu laptop (assim chamado porque foi desenvolvido para ser usado no colo – lap, do inglês – muito próximo de uma outra coisa…) até o ponto dele pegar fogo ou até explodir.

7 – Controlar o freio do seu carro

Controlar o freio do seu carro (Foto: Reprodução)

 

Especialistas em segurança da Universidade de Washington e da Universidade da California mostraram que os novos carros com computador de bordo correm grande risco de serem hackeados.

Os cientistas foram capazes de controlar dois veículos e operar mais de uma dezena de funções enquanto os carros estavam em movimento, entre elas o freio seletivo de cada uma das rodas e até desligar o o motor completamente. O mais assustador é que uma vez que eles conseguiam controlar os carros, as ações do motoristas eram totalmente ignoradas: os pedais, rodas e botões não respondiam mais. Eles também foram capazes de lançar um “ataque composto” no qual o software malicioso que invadiu o sistema do carro era apagado após a batida, eliminando qualquer evidência de sabotagem.

Os experts estão prevendo que o futuro do roubo de carros será um empreendimento compartilhado, com hackers vendendo seus serviços para ladrões, fornecendo a localização GPS do carro, destrancando a porta e dando a partida remotamente para que eles dirijam.

Possíveis pontos de entrada de um hacker no sistema de um carro são: por meio de Bluetooth, rede celular, monitor de pressão dos pneus e até por arquivos de música. Sim, a próxima canção que você baixar pode ser a última se o vírus errado estiver nela.

6 – Controlar uma usina nuclear

Controlar uma usina nuclear (Foto: Reprodução)

 

Quando Scott Lunsford, um pesquisador do Sistema de Segurança de Internet da IBM, disse aos donos de uma usina nuclear americana que ele podia hackear o sistema através da internet, eles riram na cara dele. Disseram que ele não poderia fazer aquilo; que era “impossível”. Então, eles foram procurar a palavra “altivez” no dicionário enquanto Lunsford hackeou todo o sistema. A equipe dele levou menos de um dia para se infiltrar e menos de uma semana para ter controle total sobre a usina. Lunsford disse que foi “um dos testes de invasão mais fáceis” que ele já havia feito.

Mesmo não tendo causado uma fusão ou algo parecido, Lunsford ainda está convencido de que se ele tivesse se empenhado, poderia ter feito um dano significativo no sistema. Só teria sido necessário “fechar uma válvula” para desligar a energia de uma cidade inteira. O sistema particular que Lunsford hackeou para ganhar acesso à usina é chamado de SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition) e a má notícia é que esse sistema é responsável pela maioria da infraestrutura norte-americana. SCADA controla coisas como filtração de água a linhas de metrô da nação inteira e sua segurança fica mais fraca a cada dia devido ao crescimento da conectividade na internet. Lunsford imagina uma variedade de possibilidades catastróficas se os cyberterroristas aprenderem a invadir o sistema SCADA, como ele fez.

5 - Usar seu computador como um “espelho dupla-face”

Usar seu computador como um "espelho dupla-face" (Foto: Reprodução)

 

Estranho é que se você está lendo isso, provavelmente tem uma webcam apontada para você agora mesmo e – não olhe! Relaxe, ok? Aja naturalmente…

Provavelmente, não tem ninguém te olhando. Nós sabemos que até os mais entediados hackers têm coisas melhores para fazer do que assistir alguém jogar Call of Duty. Mas se um hacker quiser controlar sua webcam para te espionar, isso é bastante factível. Na verdade, indevidamente ou inteiramente inseguras webcams têm sites inteiros direcionados a elas (aqui vai um site inteiro de webcams controláveis).

Desenvolvedores de webcam estão a par do problema. Companhias como a Logitech já estão adequando suas webcams com escudos de privacidade para proteger os usuários contra acesso indesejado. E que motivo levaria a esse tipo de invasão de privacidade? Existem poucas razões para se hackear uma webcam pessoal além de espionar uma mulher trocando de roupa… e é isso que acontece na maioria dos casos.

Então, se você é uma mulher atraente lendo isso e está preocupada com sua privacidade, repare na luz na sua webcam para ver se está ativa.

4 - Chuva de dinheiro no caixa eletrônico

Chuva de dinheiro no caixa eletrônico (Foto: Reprodução)

 

Lembra da cena de “dinheiro fácil” em Exterminador do Futuro 2, quando John Connor e seu amigo hackeiam um caixa eletrônico com um computador Atari portátil? Bem… Isso não foi ficção. Diferentemente da maioria das empresas, os desenvolvedores de caixas eletrônicos não foram muito hackeados na última década, então, suas medidas de segurança são levemente ultrapassadas.

Na Black Hat, uma conferencia de segurança técnica, do ano passado, Barnaby Jack, o diretor de pesquisa em segurança da IOActive Labs, quis demonstrar o quão fácil era hackear um par de caixas automáticos. E ele não precisou abrir a máquina nem fazer uma retirada. Fez tudo remotamente, usando apenas um laptop e um programa chamado Jackpot. Quando terminou, uma musiquinha tocou em seus autofalantes, a palavra “jackpot” brilhou na tela, e os caixas começaram a cuspir notas por todos os lados, enquanto Barnaby batia os calcanhares.

#3 – Destruir a rede elétrica nacional

Destruir a rede elétrica nacional (Foto: Reprodução)

 

Em 2020, o Reino Unido quer ter um medidor inteligente em cada lar para medir o consumo de gás e eletricidade. Os equipamentos mandam informação em tempo real diretamente para companhias por uma conexão com a internet. Ao mesmo tempo, fornecem aos clientes atualizações da conservação de energia e simultaneamente ajudam a controlar a demanda nacional com mais eficiencia. O medidor soa como algo muito plausível para nós que trabalhamos duro, mas onde nós vemos apenas uma pequena caixa de luz que nos fornece energia, um hacker enxerga um monte de circuitos com mínima segurança que controlam todo um país.

Mundialmente, já existem 40 milhões desses medidores em uso, muitas dessas redes operam nos EUA. Outra equipe da IOActive desenvolveu um worm para usar nas falhas de segurança do sistema. Com o worm, fizeram exatamente o que já haviam avisado, e com sucesso, controlaram uma rede elétrica americana. Mike Davis, um consultor senior da firma, emitiu essa declaração ameaçadora: “Nós podemos desligar centenas de milhares de lares potencialmente ao mesmo tempo”. Ele não anexou a declaração à uma lista de exigências ou algo do tipo, mas supomos que isso causou um certo incomodo às pessoas.

2 - Parar seu coração

Parar seu coração (Foto: Reprodução)

 

Hoje em dia, tudo desde o seu carro até seu liquidificador está sendo melhorado com um chip de computador. Implantes médicos como marcapassos não são exceção. Já que eles precisam ser atualizados remotamente mesmo (caso contrário toda manutenção envolveria uma cirurgia maior), eles possuem uma limitada conectividade externa que permite aos médicos acessarem seu histórico médico, seu nome e endereço, nome do seu doutor e o endereço dele. Ah, e um hacker experiente pode acessar tudo isso, também.

Isso mesmo. Eles podem hackear seu coração.

E nem precisamos dizer: Obviamente eles podem pará-lo remotamente enquanto estiverem lá.

Em algum aparelhos, como um defibrilador implantado – que reanima o coração caso ele pare – hackers podem remotamente desligar o sistema e esperar você morrer ou, se eles não tiverem o dia todo, colocar no modo teste – onde o marca-passo da choques fatais repetidamente até quando ele já está batendo bem.

Implantes de diabete como ampolas de insulina provaram ser outro risco: quando hackers ganham acesso a esse sistema, podem bagunçar os níveis injetados no corpo, o que, de novo, pode ter consequencias fatais. Jay Radcliffe descobriu esse hack quando ele estava brincando com seu próprio equipamento para diabete.  Primeiro ele achou que era “muito legal” em alguns minutos, ter acesso a computadores dentro do próprio corpo. Então ele percebeu que qualquer adolescente entediado com a técnica certa poderia ter total domínio sobre sua vida ou morte.

1 - Te ver nu

Te ver pelado (Foto: Reprodução)

 

Sabe esses scanners de corpo inteiro que existem nos aeroportos agora? Eles são essencialmente robôs que te striptizam sob seu consentimento, vendo através de suas roupas para saber se você está escondendo uma arma ou uma tatuagem embaraçosa. Mais perturbador do que o simples fato de que essas imagens existem é a facilidade como esses equipamentos de raio-x podem ser hackeados. Os hackers podem assumir o controle de um computador de aeroporto estando a centenas de milhas de distância e podem fazer o download dessas imagens sem piscar, provavelmente dando o pontapé inicial para um novo fetiche fantasma metade-transparente (e o fetiche na internet já está em niveis críticos de saturação).

As imagens que esses sistemas capturam deveriam ser deletadas imediatamente depois que a segurança as vê, mas esse não é sempre o caso. No ano passado, as fotos em um tipo de scanner mais antigo (imagens com um menor aspecto de nudez) vazaram, e futuras violações de privacidade como essa são consideradas bastante possíveis.

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Coisas e macetes da internet
segunda-feira, outubro 03rd, 2011 | Author:

Há vários anos eu criei uma lista de instruções, orientações e dicas, sobre esta coisa chamada internet, que todo mundo saiu retransmitindo e circula até hoje, inclusive com algumas pessoas melhorando, incrementando e atualizando, e outras, também, dizendo que é de sua autoria, o que não representa problema nenhum.
O importante é que foi muito útil e continua a ser útil a muita gente.
Hoje quero falar sobre outro problemão que muita gente enfrenta, mas fica sem saber o que fazer, para evitar: A proliferação de emails indesejáveis que chega à sua caixa postal.
Conforme sabemos, quando as coisas são de graça as pessoas têm a tendência de abusar.
Muita gente, quando chega a uma churrascaria rodízio, sabendo que comendo pouco ou comendo muito vai pagar a mesma coisa, termina enchendo o rabo de comida, mesmo sem ter vontade, apenas para aproveitar bem daquele momento. Quando chegam em casa fica passando mal, mas o que quer é aproveitar da situação e encher o bucho.
Na internet não é diferente. Já que eu pago uma taxa mensal para ter internet e tanto faz eu mandar muitos como poucos emails, eu vou entupir as caixas postais das pessoas de emails, vou entupir os orkuts dos outros, vou fazer tudo o que tenho “direito”, é o que muita gente acha.
Isto acontece muito. Há pessoas que lhe mandam dez, vinte e até mais e-mails POR DIAAAAAA; colocam cinco, dez, vinte ou mais mensagens “bonitinhas” em seu Orkut, por dia.
É receber uma mensagem, que acha “lindaaaaaa”, haja sair retransmitindo pra todo mundo, como se ninguém tivesse já recebido aquela mesma mensagem.
Não se tratam de pessoas bandidas, obviamente; tratam-se de pessoas nem sempre providas de bom senso, que terminam se tornando inconvenientes, embora a intenção seja a de agradar e acham sempre que estão agradando.
Mas, nessa onda, os bandidos e doentes do espírito da internet, aqueles que têm prazer em prejudicar as pessoas, até mesmos as que não conhece, aproveitam para mandar os seus vírus, mensagens maliciosas que terminam prejudicando o computador dos outros.
Na mesma onda, aproveitam-se aqueles frustrados, recalcados, invejosos e portadores de doenças psíquicas para mandar as difamações, calúnias, disposição de destruir imagens e prejudicar os outros, como as famosas campanhas que fazem contra o “Criança Esperança”, da Globo, e coisas parecidas.
O que muita gente pergunta é:
O que eu devo fazer para não receber as mensagens que eu não quero receber?

Primeira orientação:
Ficar com raiva da pessoa, mandar email para ela xingando e dizer que não adianta ela lhe mandar mensagens, que você vai apagar tudo e jogar no lixo, não resolve absolutamente nada, porque ela vai continuar mandando, vai continuar entupindo a sua caixa postal, vai continuar gerando tráfego na internet e você vai continuar a ter o trabalho diário de excluir.
Raiva nunca resolveu nada, em lugar nenhum do mundo.
O ideal é você mandar uma mensagem para a pessoa que está lhe enviando os emails em quantidade e pedir para que ela não envie mais, que você não tem tempo para ler ou mesmo que não lhe interessa aquele tipo de assunto que ela lhe manda. Peça para retirar o seu email da lista dela.
Pronto. Muita gente é séria, compreende essa situação e faz isto na hora, sem se aborrecer e sem problema nenhum.
Eu mesmo, que tenho uma lista de emails gigantesca, constituída apenas por pessoas que pediram para constar os seus emails aqui, já que, jamais, coloco email de gente que não pede, porque não suporto ser inconveniente para ninguém, sempre estou colocando em todas as minhas mensagens o aviso: “Se você não deseja receber os meus emails, avise que eu retiro no hora”. De vez em quando recebo alguns pedidos para retirar e nem pergunto porquê, já que não tenho este direito. Tenho que respeitar e retirar, já, o email da pessoa.
Mas tem gente, que parece que tem prazer em ter um número cada vez maior de pessoas em sua lista, não retira e insiste em mandar.

O que fazer, num caso deste?

Existem duas maneiras: No programa que você utiliza, instalado aí no seu computador, seja ele o Outlook, o Outlook Express, o Thunderbird, Eudora, Incredmail ou qualquer outro, sempre existe a opção de BLOQUEAR EMAILS ou Bloquear Remetente. Você vai lá, bloqueia um determinado email de uma pessoa e ele não vai aparecer mais para você, aí no seu computador.
Só que, quando você faz apenas isto, os e-mails vão continuar sendo enviados, chegam até a sua caixa postal no seu provedor, vão entupir a sua caixa postal e vão ser trafegados do seu provedor até o seu computador.
Continuará a gerar um tráfego grande, vai ficar lento quando você baixar, todo dia, porque aquele lixo estará vindo normalmente e vai ser bloqueado, apenas depois que entrar em seu computador.
A melhor opção é você bloquear o email do inconveniente no Webmail do seu provedor, porque ele irá para o lixo lá mesmo, assim que chega, sem entupir a sua caixa e sem trafegar até a sua máquina.
É importante que todo mundo saiba disto.
Existe o programa que você recebe e manda emails, que fica instalado em seu computador, no caso aqueles da relação que eu coloquei acima, e existe também o programa que você acessa pelo próprio site, onde vê os emails lá, deleta e-mail lá e manda emails por lá, sem precisar baixar para o seu computador.
O que precisa saber é como identificar o FILTRO DE EMAILS do programa do seu provedor, no caso o Webmail. Todos eles têm isto, pode procurar.
Como são esses filtros?
Você vai aplicar regras pessoais suas lá, porque o programa permite isto.
Por exemplo: Se existe uma pessoa, extremamente chata, que se chama Gerimundo Bastos Ferreira, que lhe enche a paciência com vários emails todo dia, você vai aplicar uma regra que terá um nome:
Nome: Gerimundo.
Condição: “Se no remetente” conter a palavra “Gerimundo”, tome a providência de jogar “para a lixeira” imediatamente, ou seja, exclua logo.
Com um nome “Gerimundo” é suficiente fazer isto, porque será muita zebra você ter mais de uma pessoa com esse nome horroroso, mas se for “Raimundo”, por exemplo, você não pode colocar somente “Raimundo” senão ele vai excluir os emails de todos os Raimundos que são seus amigos, inclusive os que lhe mandam mensagens úteis.
Neste caso, a regra terá que ser feita assim:
Condição: “Se no remetente” contem a palavra “Raimundo”, e também conter a palavra “Bastos”, e também conter a palavra “Ferreira”, elimine e jogue para a lixeira.
Aí sim, estará completa a regra e vai eliminar somente o “Raimundo Bastos Ferreira” que é a pessoa que está lhe enchendo a paciência.
Você poderá criar várias regras, dentro das condições que você quer.
Há regras que você coloca condição dentro do ASSUNTO.
Por exemplo: Se no “assunto” contem a palavra “promoção”, “plano de saúde” ou qualquer outra, você manda enviar para o lixo.
Um exemplo que coloco sempre é:
Se no “remetente” contem a palavra “Bradesco”, ou “Itaú”, ou “Santander”, ou… de qualquer banco, eu já mando para o lixo, porque já sei que é vírus. Eu só deixaria livre o banco onde tenho conta, se a gerência confirmar que ele, de fato, costuma mandar emails para os seus clientes, porque normalmente bancos não se comunicam com clientes por email, só muito raramente.
“Receita Federal”, “Tribunal Eleitoral”, “Polícia Federal”… tudo isto é conversa fiada, pode botar no seu filtro, porque nenhum desses órgãos comunicam por email com as pessoas.
Não quero dizer, com isto, que todas as pessoas que nos mandam emails, talvez até diariamente, sejam inconvenientes e que nenhum presta. Muito pelo contrário, tem gente que sempre nos manda emails interessantes, com informações úteis, coisas que nos servem e que até agradecemos pela gentileza da informação. Mas são casos raros. É claro que estes a gente quer preservar, deve preservar e não tem a ver com o que sugiro aqui.

A internet maluca que bloqueia o que é bom

É impressionante, mas na administração do sistema de tráfego de internet acontece também um elevado nível de burrice de analistas e programadores que, visando proteger a rede do tráfego de mensagens indesejáveis para as pessoas, os famosos SPAMs, terminam atirando em mosquitos com balas que matariam elefantes.
O nível de burrice é tão grande, que termina permitindo que os verdadeiros lixos cheguem em suas casas, enquanto os emails que, para você, são úteis ficam bloqueados, como se fossem SPAM.
Eu mesmo recebo muitos emails de amigos queridos que me dizem:
- “Alamar, você ficou com raiva de mim? Eu sempre recebi os seus emails, adoro os seus emails, mas nunca mais os recebi”.
Em princípio eu nunca retiro email de ninguém da minha lista (a não ser que a pessoa peça) e muito menos me deixo levar por raivas. O email para qual eu enviava mensagens há cinco anos ou mais, continuo enviando, do mesmo jeito, hoje. A não ser que a pessoa não use mais aquele e tenha trocado. Aí ela precisa atualizar.
O que acontece é que o idiota do seu provedor, aleatoriamente, passou a entender que “alamar”, ou “joão”, é um email que não deve ser enviado para você e as mensagens terminam indo direto para a sua lixeira ou a sua pasta de SPAM, sem que você tivesse dado ordens para isto. É sempre bom olhar na sua lixeira ou na sua pasta de SPAM se não tem mensagens de pessoas que você gosta, por lá. Mas não é só do “alamar” não, são vários outros que possam lhe ser interessantes, mas não chegam, por conta dessa “inteligência” instalada no universo da informática.
Procure dar uma olhada e observe. Se tiver acontecendo isto, tem como reconfigurar, dizendo para o seu provedor que você quer receber os emails de fulano ou de cicrano e não admite que eles sejam considerados como SPAM. Eles serão obrigados a lhe atender. Se não atender, PROCON ou Juizado de Pequenas Causas neles.

Carinhosamente

Alamar Régis Carvalho
www.alamarregis.com

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Como prolongar a vida útil da bateria do notebook
quinta-feira, setembro 22nd, 2011 | Author:

Eis um componente que não foi feito para durar a vida toda; entretanto, é possível explorar seus recursos um pouco mais.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/03/30/como-prolongar-a-longa-util-da-bateria-do-notebook/

As baterias de laptops são como pessoas: algum dia vão morrer, inevitavelmente. Diferentemente dos processadores, as baterias não obedecem a uma ‘lei de Moore’, ou seja, não espere que as baterias lançadas no próximo ano sejam menores do que as atuais e que tenham ainda mais capacidade de carga, pelo menos até descobrirem outros componentes para substituir o lítio, elemento químico básico usado nas bateriais atuais.

Mas se você cuidar bem dela, é possível adiar o inevitável. Abaixo, listamos proccedimentos que vão ajudar a manter a capacidade de carga da bateria do portátil por mais tempo. Com sorte, o componente irá durar até o momento em que você decida substituir o notebook.

Mostramos também como manter a energia por mais tempo entre as recargas, de modo a permitir que se possa ficar mais preciosos minutos afastado de uma tomada elétrica. E quem precisa de mobilidade sabe como isto é importante.

Não use o notebook até a bateria se esgotar
Extrair até o último elétron da bateria vai diminuir o tempo de vida útil da mesma. Fazer isso uma ou duas vezes não causará danos, mas o efeito acumulativo acaba por encurtar a vida do componente. Há uma exceção a essa regra, em uma circunstância em que é recomendado descarregar a bateria totalmente. Mas falaremos sobre isso mais à frente.

 

A boa notícia é que os notebooks mais atuais são projetados para desligar antes da bateria se esgotar completamente. O Windows 7 e o Vista já possuem configuração para esta finalidade. Para chegar até ela, clique em Iniciar, digite energia, tecle Enter e escolha o item Opções de energia.

Em seguida, escolha um dos dois planos que aparecem (Equilibrado e Economia de energia) – a escolha não faz diferença, pois vamos personalizar o modo de como o notebook vai consumir energia. Selecione a opção Alterar Configurações do Plano. Isso resulta em outra janela, com mais opções. Escolha o item Alterar configurações avançadas de energia.

Na janela aberta, role a página até o item Bateria e clique no sinal de (+) para expandir mais opções. Escolha Nível de bateria crítica. Sugerimos preencher o campo com o valor 5%.

bateria.jpg

Mito: a bateria nunca deve ser recarregada totalmente.
Há controvérsias sobre essa afirmação. Em pesquisas para fazer esse artigo, conversamos com alguns especialistas e alguns são a favor e outros são contra. No entanto, não encontramos nada que afirmasse que isso fosse verdade. O melhor é sair de casa com a bateria totalmente carregada e ficar tranquilo de que ela vai durar mais tempo longe de uma tomada.

Mantenha o notebook longe do calor
A via útil da bateria pode ser reduzida por causa de calor excessivo. Certifique-se de que as saídas de ar do notebook (geralmente ficam em uma das laterais) não estão bloqueadas. A parte de baixo do portátil também possui ranhuras para circulação de ar. Portanto não é recomendado trabalhar com o laptop em cima de almofadas ou travesseiros. Caso queira fazer isso, melhor colocar sobre a almofada uma base sólida, como se fosse o tampo de uma pequena mesa.

É possível limpar essas ranhuras sem abri o notebook, usando uma lata de spray de ar comprimido ou mesmo mini aspiradores, ambos encontrados em lojas especializadas. Faça isso com o portátil desligado.

Dê um descanso para a bateria
Se você trabalha frequentemente com o notebook ligado a tomada (a partir de uma semana), retire a bateria do laptop. Caso contrário, a bateria entrará em um processo rápido de desgaste, pois assim que ela descarrega um pouco, já é recarregada novamente. Isso também o evita o desgaste por aquecimento, como já vimos acima.

Também não é recomendado retirar a bateria enquanto o notebook estiver ligado, nem mesmo quando ele estiver no modo de espera. Isso pode travar o sistema e seu trabalho será perdido. E pode acontecer o pior, que é danificar o hardware.

Inserir a bateria com o notebook ligado é outra ação que não deve ser feita. As únicas situações em que a bateria deve ser retirada ou recolocada é quando o notebook estiver desligado (e como o cabo de força desconectado da tomada) ou no modo de hibernação.

Mito: é recomendado manter a bateria refrigerada
Provavelmente você já ouviu falar algo sobre estender a vida de uma bateria guardando ela por um tempo na geladeira. Saiba que a última coisa que queremos em uma bateria e vê-la molhada. Mesmo que ela seja acondicionada em um saco plástico, a condensação pode estragar a bateria, pois o ar gelado infiltra-se no invólucro e deixa as baterias úmidas.

O melhor a fazer é guardá-la em local seco e à temperatura ambiente, longe de fontes de calor. E se o notebook for usado constantemente na tomada, é recomendado recolocar a bateria nele para uso pelo menos uma vez a cada dois meses.

Faça uma carga, use até o sistema operacional desligar o notebook, recarregue e, então, pode guardá-la novamente. A bateria sem uso perde suas propriedades químicas e isso também diminui sua vida útil.

Mito: é possível ‘dar vida nova’ a uma bateria desgastada
Realmente não há como fazer com que o elemento químico lítio consiga segurar mais elétrons do que atualmente pode gerenciar. Se a bateria está se esgotando rapidamente ou o notebook está com problemas para medir a quantidade de energia restante, o que se pode fazer é instalar qualquer software externo que faça uma medição mais precisa. Mas saiba que isso só permite saber quanto tempo de carga restante o portátil tem; não há qualquer software que seja capaz de recuperar a saúde da bateria desgastada pelo tempo.

Se constatar que a bateria não consegue mais segurar a carga, tente usar o recurso de descarregá-la totalmente. Aliás, esta é a única exceção à regra de não descarregar a bateria até o fim, explicada no início deste texto. Sugerimos que faça isso – descarregá-la e carregá-la totalmente – duas vezes.

Como o sistema operacional foi configurado para não deixar a bateria se esgotar totalmente (ela sempre terá por volta de 5% da carga), você terá fazer o seguinte:

Deixe o sistema ligado, sem proteção de tela e sem desligamento automático. Quando a bateria chegar ao nível de 5%, o Windows irá desligar o notebook. Para consumir o que sobrou de energia, ligue o portátil e entre no sistema de configuração de hardware (BIOS). Dessa forma o laptop ficará ligado até drenar toda a energia da bateria – como o sistema operacional não foi carregado ainda, a bateria continuará a ser drenada, até que a carga se esgote totalmente.

Para acessar o BIOS, cada notebook possui uma tecla diferente. Ao ligar o equipamento, é necessário pressionar uma tecla. Alguns fabricantes optam pela tecla DEL, outros pela tecla de função F2. Apesar de serem as teclas mais comuns para acessar o BIOS, alguns fabricantes podem escolher outras teclas de função. O manual do equipamento sempre indica qual é essa tecla.

Depois de entrar no sistema e configuração do notebook, basta deixá-lo ligado. Como não há nenhum controle de energia nesse sistema, não é necessário ficar monitorando o portátil. Ele será desligado somente quando não houver mais energia qualquer carga na bateria.

A partir disso, deixe a bateria carregando, mas sem ligar o notebook. Repita todo o processo mais uma vez. Com isso, é possível que a bateria tenha mais um sopro de vida até ser substituída por uma nova ou até você decidir qual modelo novo de notebook comprar.

Vida mais longa entre as recargas
As dicas acima servem para aumentar o tempo de vida da bateria até que ela seja substituída por uma nova. Mas na rotina diária, estamos mais preocupados em quanto tempo podemos manter nosso notebook funcionando longe da tomada. Algumas das dicas a seguir podem ser básicas, mas é sempre bom lembrar de todas elas.

Regular o brilho da tela
A iluminação do display LCD consome boa parte da energia fornecida pela bateria. Regule o brilho para o nível mais baixo possível, mas que fique confortável para seus olhos.

Desligue dispositivos que não esteja usando
O primeiro item a ser desligado é o Bluetooth, pois não ficamos utilizando o tempo todo. Se não estiver usando uma rede sem fio, desligue também o sinal do Wi-Fi. Se possível, não use mouse externo e nem o sistema de som.

Evite a multitarefa
Se possível, não deixe muitos programas abertos simultaneamente. Quanto mais aplicativos abertos houver, mas necessidade de acesso ao HD para guardar informações de trabalho e mais a bateria será utilizada. Se você está concentrado em uma planilha de cálculo, só deixe aberto o navegador ou o processador de textos, caso precise fazer alguma pesquisa. Sugerimos não desabilitar o antivírus ou firewall, a não ser que esteja desconectado da rede e da interent – e LEMBRE-SE de executá-los novamente ANTES de tais conexões serem efetuadas.

Modo de espera e o modo hibernar
Se tudo que se quer é economizar energia, é preciso entender qual método é melhor para usar quando o laptop não estiver sendo utilizado.

O modo de espera (também conhecido como ‘dormir’) no Windows 7, Vista e XP mantém seu notebook ligado, mas consumindo muito menos energia do que se estivesse em atividade. Mas o fato é que ele continua ligado e consumindo um mínimo de energia.

hibsusp.jpg

Já o modo hibernar salva todo o ambiente (inclusive as aplicações abertas) no disco rígido e logo depois disso desliga completamente o portátil, cortando a energia por completo. Por outro lado, o Windows leva mais tempo para entrar e sair da hibernação. Alguns casos passam de um minuto.

A regra aqui se baseia no tempo em que o notebook vai ficar sem atividade. Se esse tempo passar de meia hora, o melhor método a escolher é o de hibernar.

Último mito: adicionar memória RAM ajuda a aumentar o tempo de energia fornecida
É verdade que a maior quantidade de memória ajuda o sistema a usar menos o disco rígido como sistema auxiliar. E o disco rígido consome mais eletricidade do que a memória.

No entanto, o disco rígido sempre será utilizado e mais memória não reduzirá a quantidade de energia de modo significativo, já que mais memória também vai consumir mais eletricidade.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/pesquisa-mostra-80-dos-brasileiros-foram-v%C3%ADtimas-crimes-185300075.html

Pesquisa divulgada hoje pela fabricante de antivírus Norton mostrou 80% dos brasileiros adultos dizem terem sido vítimas de crime cibernético neste ano — volume acima da média mundial de 69%. Segundo o estudo, no ano passado os crimes virtuais representaram um custo de US$ 63,3 bilhões para o país, o equivalente a 16,3% do prejuízo mundial, medido em 24 países, que foi de US$ 388 bilhões.

Dentre os entrevstados brasileiros, 9% já foram alvo de algum cibercrime online. Essas pessoas disseram ter passado uma média de 11 dias para conseguir resolver seus problemas causados pelo crime virtual, como a recuperação dos dados e e-mails perdidos, contra uma média mundial de 10 dias.

Parte dessa maior incidência está ligada ao baixo uso de sistemas de segurança na internet. Segundo a pesquisa, 69% dos usuários disseram não usar softwares atualizados de segurança, contra uma média global de 41%. Por dia, 77mil brasileiros são vítimas de crimes virtual, de acordo com a pesquisa.

– Para que a incidência desse tipo de crime caia, deve haver uma mudança de comportamento do usuário — disse Adam Palmer, consultor chefe de Cibersegurança da Norton.

Segundo Palmer, os dados do Brasil se assemelham ao resultado dos países emergentes que também apresentaram um rápido crescimento da sua base de usuários de internet nos últimos anos, e que talvez ainda não tenham um conhecimento de como evitar ataques. Na China, por exemplo, 85% dos internautas adultos disseram ter sido vítimas de crimes virtuais, volume semelhantes ao de outros emergentes como África do Sul (84%), México (83%), Índia (80%) e Cingapura (80%).

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Como evitar Trojans Vírus Spam e Gafe na Internet
quinta-feira, setembro 15th, 2011 | Author:

PARTE 01

Enteda as diferenças entre vírus, trojans, spywares e outros

Nem todos os arquivos que prejudicam seu PC são vírus.

Quem usa um computador — ainda mais com acesso à internet — ouve diariamente as palavras vírus, trojan, spyware, adware e, de vez em quando, a palavra malware. É comum pensarmos que, de uma maneira geral, todos são vírus e perigosos para o computador.

Em parte, esta afirmação é verdadeira: de fato, todos eles podem nos prejudicar de alguma maneira. No entanto, eles não são todos vírus nem iguais. Eles são todos malwares, isso sim.

Malware

Malware é a combinação das palavras inglesas malicious e software, ou seja, programa maliciosos. São programas e comandos feitos para diferentes propósitos: apenas infiltrar um computador ou sistema, causar danos e apagar dados, roubar informações, divulgar serviços, etc.

Obviamente que quase 100% desses malwares entram em ação sem que o usuário do computador perceba. Em suma, malware é a palavra que engloba programas perigosos, invasivos e mal intencionados que podem atingir um computador. O primeiro erro dos usuários é este: desconhecendo o termo malware, categorizar tudo como vírus.

Os malwares se dividem em outras categorias, e provavelmente vão continuar se dividindo à medida que malfeitores descobrirem e inventarem novas maneiras de ataques a computadores. Essas categorias incluem vírus, worms, trojans, rootkits, spywares, adwares e outros menos conhecidos. Vejamos um por um.

Vírus

O termo vírus foi aplicado por causa da reprodução desses arquivos.

Não é à toa que a palavra vírus é a que mais circula quando o assunto é perigos de computador. Afinal, os vírus são os programas mais utilizados para causar danos, roubar informações, etc.

Os vírus se diferenciam dos outros malwares por sua capacidade de infectar um sistema, fazer cópias de si mesmo e tentar se espalhar para outros computadores, da mesma maneira que um vírus biológico faz.

Vírus são típicos de arquivos anexos de emails. Isso acontece porque quase sempre é necessário que um vírus seja acionado através de uma ação do usuário.

Um dos vírus mais perigosos já registrados foi o “ILOVEYOU”, uma carta de amor que se espalhou por email e é considerada responsável pela perda de mais de cinco bilhões de dólares em diversas empresas.

Worms

Esses vermes não são inofensivos.

Um worm (verme, em ingles) de computador é um programa malicioso que se utiliza de uma rede para se espalhar por vários computadores sem que nenhum usuário interfira neste processo (aí está a diferença entre vírus e worm).

Os worms são perigosos pois podem ser disparados, aplicados e espalhados em um processo totalmente automático e não precisar se anexar a nenhum arquivo para isso. Enquanto vírus buscam modificar e corromper arquivos, os worms, costumam consumir banda de uma rede.

Trojan

Tome cuidado com este

Trojan, forma abreviada de Trojan Horse (cavalo de tróia, em português), é um conjunto de funções desenvolvido para executar ações indesejadas e escondidas. Pode ser, por exemplo, um arquivo que você baixou como um protetor de telas, mas, depois da instalação, diversos outros programas ou comandos também foram executados.

Isso significa que nem todo trojan prejudica um computador, pois, em alguns casos, ele apenas instala componentes dos quais não temos conhecimento, forçadamente.

Daí a relação com o cavalo de tróia, historicamente falando. Você recebe um conteúdo que acha ser uma coisa, mas ele se desenrola em outras coisas que você não esperava ou não foi alertado.

Rootkits

Os rootkits englobam alguns dos mais escabrosos malwares já conhecidos. Isso porque estes programas miram simplesmente o controle de um sistema operacional sem o consentimento do usuário e sem serem detectados.

O grande mérito do rootkit é sua capacidade de se esconder de quase todos os programas antivírus através de um avançado código de programação. Mesmo que um arquivo rootkit seja encontrado, em alguns casos ele consegue impedir que você o delete. Em resumo, os rootkits são a maneira mais eficiente para invadir um sistema sem ser pego.

Spywares

Spy, em inglês, significa espião, e foi com essa característica que os spywares surgiram. No começo, os spywares monitoravam páginas visitadas e outros hábitos de navegação para informar os autores. De posse dessas informações, tais autores podiam atingir os usuários com mais eficiência em propagandas, por exemplo.

Porém, com o tempo, os spywares também foram utilizados para roubo de informações pessoais (como logins e senhas) e também para a modificação de configurações do computador (como página home do seu navegador).

Os spywares viraram alvo de programas específicos.

Hoje, os spywares ganharam atenção especial de diversas empresas que desenvolveram programas específicos para acabar com este tipo de malware.

Adware

O último malware dessa lista geralmente não prejudica seu computador, mas te enche o saco, com certeza. Adwares são programas que exibem, executam ou baixam anúncios e propagandas automaticamente e sem que o usuário possa interferir.

Adwares são mais chatos do que perigosos.

Geralmente, ícones indesejados são colocados em sua área de trabalho ou no menu Iniciar para que você acesse o serviço desejado.

Hoje, os adwares são considerados como uma categoria de software, diferenciando-se de freewares (programas gratuitos) e demos ou trials (programas para testar), uma vez que eles têm a intenção de divulgação, e não de prejudicar um computador.

 

PARTE 02

Para entender melhor esta parte, você deve baixar nosso slide do Power Point e visualizá-lo antes. Baixe o slide clicando aqui.

Como entender melhor o uso de correios eletrônicos e-mail.
Toda vez que alguém te enviar um e-mail sujo, expondo seu endereço, se você ficar sem jeito de pedir para não fazer mais isto, envie o slide anexo de volta para ela.

Salve-o em local de fácil acesso em seu HD, e se a pessoa não aprender, continue enviando, enviando e enviando, até que um dia ela lhe questione o porquê de você enviar o mesmo slide todas as vezes. Então você explicará que ela está cometendo uma gafe, mas de forma gentil. Se puder renomeie o slide toda vez que enviar, assim surpreenderá a pessoa que não se manca.

Dalton – professor de informática que ensina o correto a seus alunos da terceira idade que não desculpas para aprenderem a fazer o correto. www.websitearte.com

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Em 1990, quando o Código de Defesa do Consumidor (CDC) foi criado, o e-Commerce ainda não existia e muito menos podia ser previsto, por este motivo óbvio, até hoje não possui regras específicas em relação aos direitos dos consumidores.

 

Em Julho de 2010 durante a 65ª Reunião do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor – DPDC, foi realizada no Rio de Janeiro, uma primeira tentativa de normatizar o setor. O documento chamado de “Desafios da Sociedade da Informação: comércio eletrônico e proteção…”, foi organizado através de uma oficina da Escola Nacional de Defesa do Consumidor vinculada ao Ministério da Justiça, e teve como um dos objetivos principais assegurar aos consumidores do comércio eletrônico uma proteção transparente, eficaz e, no mínimo, equivalente àquela garantida nas demais formas de comércio tradicional. Segundo a secretária de Direito Econômico, do Ministério da Justiça, Dra. Mariana Tavares, este documento não se trata de uma norma nova, mas de uma interpretação do Código de Defesa do Consumidor para o comércio eletrônico. – O princípio central do código é justamente a vulnerabilidade do consumidor e essa vulnerabilidade se agrava no comércio eletrônico onde ele não está (em contato) diretamente com o fornecedor – destaca Mariana

 

Agora é a vez de rever a regulamentação do comércio eletrônico através da adequação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Algumas das mudanças que mais chamam a atenção é a consideração do envio de spam como um recurso de uso abusivo e que poderá passar a sofrer sanções administrativas, a proibição de publicidades que levam o comprador ao superendividamento, como anúncios de venda “sem juros” ou com “taxa zero de juros” em financiamentos, mais informação e transparência sobre crédito consignado, direito de arrependimento, entre outros aspectos ralacionados a financiamentos e vendas a prazo. O novo CDC também prevê a facilitação dos mecanismos conciliatórios para o consumidor honrar suas dívidas, assunto que não foi considerado pelo código à época de sua criação.

 

Para esta atualização do CDC, vários setores da sociedade, incluindo prestadores de serviços, órgãos de defesa do consumidor, juízes, defensores públicos e os próprios consumidores em capitais como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Cuiabá, Porto Alegre e Recife participaram das discussões para elaboração do novo texto. Antes de encerrar o texto do novo código, ainda estão previstas audiências públicas em Salvador, no próximo dia 23, e em São Paulo no dia 30.

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